“É para nós uma honra já que foi meu aluno e trabalhou connosco no Atelier da Horta Seca e preparou os vídeos das Obras TR quando nos mudamos para o Arco do Bandeira no Rossio”. TR
Uma iniciativa promovida pelo Instituto Goethe em parceria com a Embaixada de França em Angola, com discussões em volta do tema imigração, centradas “na busca de melhores condições, realizações, sonhos e sobretudo recomeços, de muitos angolanos ao escolher a França ou Alemanha como segunda casa”.
Uma narrativa histórica dos tempos vividos em Angola e Moçambique é o que nos revela Carlos Manuel da Silva Duarte na sua mais recente obra “O Último Dia do Império e Outras Narrativas” que será lançada no auditório da UCCLA, no dia 23 de fevereiro, às 18 horas.
Com a chancela da Âncora Editora, a obra será apresentada por Miguel Anacoreta Correia.
O lançamento do livro será transmitido em direto através da página do Facebook da UCCLA em https://www.facebook.com/UniaodasCidadesCapitaisLinguaPortuguesa
Sinopse:
A primeira parte inclui a narrativa histórica dos tempos vividos pelo autor em Angola, desde finais de 1969, culminando com o dia da Independência em Luanda, a 11 de Novembro de 1975. Seguem-se três histórias, sendo a primeira a evocação da estreia do autor em 1960, no suplemento Juvenil do Diário de Lisboa, onde descreve o seu encontro com um OVNI (Objeto Voador não Identificado) e o respetivo tripulante. A segunda passa-se na formação militar do autor em Nova Lisboa, Angola, durante o treino de uma operação que decorre numa noite sem luar e sem orientação. A terceira passa-se em Vila Pery, Moçambique, com 4 amigos que terminam a sua comissão militar (na véspera de embarcarem para a Metrópole) e das consequências inesperadas que acontecem no almoço de despedida. A segunda parte inclui três contos de homenagem: • Ao Humor Britânico representado pelos notáveis Monty Phyton e ‘Allo ‘Allo!; • A Jorge Amado, sem dúvida o escritor que mais impressionou, divertiu, ensinou e encantou o autor. Nessa homenagem, o autor procura contar uma história que Jorge Amado gostasse de ler…; • A William Somerset Maugham, seguindo o mesmo princípio, recorrendo ao estilo característico das suas obras, sem esquecer o seu gosto pelas viagens.
Lançamento do livro “Crónica de África” de Manuel S. Fonseca na UCCLA
Uma viagem em três partes – infância, adolescência e independência – por Luanda e por Angola, as aventuras, as histórias e os sonhos espelhados num livro pessoal, mas ao mesmo tempo num livro que interessa a quem viveu em Angola e a quem gostaria de ter vivido, é o que nos traz Manuel S. Fonseca na sua “Crónica de África” que será lançado na UCCLA, no dia 27 de fevereiro, às 18 horas.
O livro tem a chancela da Guerra e Paz Editores e o prefácio de Pedro Norton.
Manuel S. Fonseca tinha cinco anos quando chegou a Angola, ao musseque Sambizanga, em Luanda, cidade em que viveu, com interregno de dois anos no Lobito, até final de 1976. Infância, adolescência e independência são a matéria deste livro. Admirador impenitente das crónicas de Nelson Rodrigues e António Lobo Antunes, quis, nesta Crónica de África, tratar as suas cenas da vida real com o gosto narrativo que tanto o deslumbra no cinema. Cronista no Expresso e no Jornal de Negócios, com artigos publicados no JL, Semanário, Face, Marie Claire CM e Granta, foi, antes, autor de Michelangelo Antonioni e Francis Ford Coppola, biografias editadas pela Cinemateca. Co-autor, com João Bénard da Costa, do volume IV do Cinema Musical. Na Guerra & Paz, foi autor de A Revolução de Outubro – Cronologia, Utopia e Crime, Pequeno Dicionário Caluanda e o Pequeno Livro dos Grandes Insultos. Organizou e prefaciou várias antologias de Fernando Pessoa, em particular Que Salazar era o Salazar de Fernando Pessoa e a trilogia de livros ligados às grandes tragédias do século XX, Manifesto Comunista, Mein Kampf e Pequeno Livro Vermelho. Prefaciou ainda obras de Platão, Jonathan Swift, Rimbaud, Mark Twain, Claude Le Petit, Oscar Wilde e Pierre Félix- Louÿs.
Jorsanady, Davi Dombele, Uolofe Griot, Alcides Malakaia, Fanny Bienga e Josué Benga, artistas do projecto Resiliart Angola, têm patente, desde sábado, as suas obras no Museu de Arte da cidade de Newark, Nova Iorque, Estados Unidos, por ocasião do mês do afro-americano.
“Um Olhar Sobre o Acervo de Lopito Feijó” é o título da mostra da colecção de arte do escritor no Museu da Moeda, na Baixa de Luanda. A mostra fica patente ao público até o 28 de Março, numa iniciativa do Banco Nacional de Angola (BNA), com objectivo de apresentar à sociedade a colecção do poeta Lopito Feijó, que vem agregando há 40 anos. Trata-se de quatro obras de pintura que espelham a maternidade da mulher Bantu e a sua beleza e 40 peças de artesanato que representam hábitos e costumes dos povos africanos, em particular os de Angola. Biografia
Lopito Feijó nasceu em Malanje, a 29 de Setembro de 1963. Estudou Direito na Universidade Agostinho Neto. É poeta, crítico literário e professor de literatura angolana e é membro fundador da Brigada Jovem de Literatura de Luanda (BJLL) e do Colectivo de Trabalhos Literários Ohandanji. Memembro da União de Escritores Angolanos (UEA), onde exerceu, o cargo de secretario para Relações internacionais.
Esculturas realizadas na Movecho numa impressora 3D de grande dimensão. Tela realizada em Pequim. 041020, 2020, tinta permanente sobre tela, 320 x 480 cm
Leonel Moura é um dos artistas convidados para inaugurar o novo Museu Diriyah Art Futures na Arábia Saudita. Apresenta uma série de grandes pinturas realizadas por robots em Pequim em 2020, cinco esculturas impressas em 3D e uma arena com novos robots em fase de construção em colaboração com o INESC-TEC do Porto. Algumas das obras pertencem à coleção da Fundação Ullens, dedicada à nova arte de base digital.
A Fundação Troufa Real-Ukuma e toda a sua equipa enviam os mais calorosos parabéns ao Alberto Oliveira Pinto, neste dia de aniversário, com desejo de boa saúde e vida longa.
O escritor Nituecheni Africano, pseudónimo de Eugénio Afonso Gaspar, vencedor da IV edição do Grande Concurso Literário da América Latina, foi designado embaixador da literatura em cinco países africanos, pela revista brasileira Word-Book Revier.
Nascido na província do Huambo, a 12 de Setembro de 1990, o escritor Eugénio Afonso Gaspar é licenciado em Informática e Administração de Empresas, pela Universidade Técnica de Angola (UTANGA).