Abr 07

Kigali, uma das cidades mais limpas da África

KIGALI, RUANDA, ÁFRICA (Fundação Thomson Reuters) (Alpha Test) – Na estação das chuvas, a água era despejada na casa de Dativa Nyiramajyambere em um terreno barato no subúrbio de Kigali, em Rugenge. Do lado de fora de sua casa, um buraco de meio metro na calçada reunia lixo.

Mas em 2009, os líderes de Kigali decidiram começar a demolir favelas nos subúrbios pobres da capital – aqueles com pouco acesso a água encanada ou eletricidade – e substituí-los por novas estradas e casas.

A mudança foi um primeiro passo no que se transformou em um plano mestre ambicioso para limpar Kigali – uma que levou a cidade a ser saudada como uma das mais limpas e limpas da África.

O elogio reconheceu uma combinação de esquemas governamentais que tornaram a capital ruandesa muito mais organizada do que antes, mas que também estimularam a resistência de muitos moradores de favelas deslocadas.

MELHORES SERVIÇOS
Um dos objetivos das mudanças na cidade é alcançar mais pessoas com serviços, mas mais ecológicos – como o biogás de esgoto, disse Rangira.

Contribuintes-chave para a pressão verde de Kigali são os próprios residentes que, como todos os cidadãos ruandeses, são obrigados a realizar um dia de trabalho comunitário, chamado “umuganda”, uma vez por mês.

Na capital, os dias de trabalho há muito estabelecidos se concentram em coisas como limpar a terra para hortas comunitárias, pegar lixo ou ajudar a construir novas estradas, salas de aula ou banheiros residenciais para as famílias que não os possuem.

A cidade também está tentando instalar locais de coleta de lixo em todas as áreas suburbanas e está trabalhando com empresas locais para instalar banheiros públicos, disse Rangira.

Nesse meio tempo, Busabizwa disse que Kigali, em vez de depender principalmente de multas para garantir a limpeza, está construindo campanhas de conscientização para promover uma cultura de higiene.

Fonte: Fusion Today

Abr 06

Projeto solar mais rápido da África foi construído em um ano

Essa fazenda solar seria suficiente para abastecer 1.400 casas nos EUA, mas em Ruanda, ela abastece 250.000 casas.

Que o mundo precisa acelerar a mudança das tradicionais matrizes energéticas para fontes limpas e renováveis, isso não é segredo para ninguém. A poluição desenfreada ao longo dos séculos XIX e XX elevou a concentração de gases tóxicos na atmosfera e a consequente elevação da temperatura global, isso porque o aquecimento global é provocado justamente por gases emitidos por indústrias, automóveis e também durante os processos de geração de energia.

A novidade é que os projetos de energia solar (uma das fontes mais limpas de energia) estão ficando mais baratos e também mais rápidos. Um bom exemplo vem do continente africano, mais precisamente de Ruanda. A nação localizada no centro do continente e que é mundialmente conhecida por sua sangrenta guerra civil, desta vez chamou a atenção das pessoas pela rapidez e eficiência na instalação de um grande projeto de energia solar.

Em apenas um ano foi instalada com sucesso uma fazenda solar com capacidade de gerar 8,5 MW (megawatts), o que é mais do que suficiente para fornecer energia elétrica para mais de 1.000 residências nos Estados Unidos, por exemplo. Já no próprio país, onde o consumo médio de uma família é bem menor, o impacto é ainda mais incrível.

Escolha do local e instalação da fazenda solar

As colinas verdes de Ruanda foram escolhidas para receber a fazenda solar justamente por se tratar de uma das muitas nações africanas que sofrem com a falta de desenvolvimento social. Além disso, também há outro lado significativo: auxiliar crianças órfãs do país. Para tal, as terras arrendadas pertencem à organização Agahozo Shalom Youth-Village que trabalha com meninos e meninas de todo país. Através do arrendamento das terras, a organização possui agora maior capacidade financeira para viabilizar projetos sociais com as crianças.

Neste modelo de fazenda solar, os painéis fotovoltaicos não são fixos (como ocorre normalmente) e podem ter o ângulo de inclinação alterado para favorecer a captação de energia solar no período da manhã e também à tarde. Este trabalho pode ser feito à distância por computadores. Esta técnica, inclusive, pode aumentar em 20% a eficiência dos painéis.

A realização do projeto, entregue em tempo recorde, contou com apoio internacional de grandes nomes, como Gigawatt Global, Norfund e Scatec Solar. A fazenda solar de Ruanda também recebeu apoio importantíssimo da iniciativa “Energia para África” que tem no presidente norte-americano, Barack Obama, um dos principais incentivadores.

Fonte: Pensamento Verde

Abr 03

NASA Science Keeps the Lights On

Across NASA’s many missions, thousands of scientists, engineers, and other experts and professionals all over the country are doing what they do best, but now from home offices and via video conferencing. With most personnel supporting missions remotely to keep onsite staff at a minimal level in response to COVID-19, the Agency is moving ahead strongly with everything from space exploration to using our technology and innovation to help inform policy makers.  

Source: NASA

Abr 02

NASA at home

Let NASA bring the universe into your home

Source: NASA

Abr 01

Festival Top Music adiado para Abril

O espectáculo “Festival Top Music Angola”, que tem como atracções Nagrelha, dos Lamba, Dream Boyz, Dabeleza e Nazarina Semedo, na Casa da Juventude, em Luanda, foi adiado para 10 de Abril, devido ao coronavírus.

Fonte: Jornal de Angola

Mar 31

Manu Dibango:“Meu domínio é a música e minha política é estar engajado musicalmente”

Rendemos uma singela homenagem ao símbolo incontornável da música africana com a publicação de uma entrevista concedida em Abril de 2008, ocasião em que foi convidado pela revista “Africa Today”, em Luanda, para três concertos memoráveis.

Fonte: Jornal de Angola

Mar 30

Celebrando a vida e a obra do grande Manu Dibango

Manu Dibango esteve tão ligado a Angola que musicou o poema “Havemos de Voltar”, do PresidenteAgostinho Neto. E é dos poucos artistas que cantou tanto para o Presidente José Eduardo dos Santos como para João Lourenço. Não foi por acaso que esteve na cerimónia de cumprimentos de fim-de-ano no primeiro ano do mandato do actual Presidente.

Fonte: Jornal de Angola

Mar 27

Marcolino Moco

Oferecido por Susete Antão, Ex-Presidente da Casa de Angola em Portugal,
Directora de Relações Institucionais na HS China.

Mar 26

Edmundo Rocha

Fonte: Jornal Mwangolé, nº 87 .2015 . Abril . Semana 3

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