Fev 20

Exposição colectiva de artes abre amanhã na galeria Tamar Golan

Uma exposição colectiva de artes com obras dos artistas Adilson Vieira, Jardel Selele e Marques, intitulada “Detalhes da Emoção”, será inaugurada, amanhã, a partir das 18h00, na galeria Tamar Golan, na Ilha de Luanda, e ficará patente até o dia 12 de Março deste ano.

Fonte: Jornal de Angola

Fev 19

Vem aí a primeira Gala do Turismo em Angola

Acontece no dia 15 de Março, numa unidade hoteleira de Luanda, a primeira Gala do Turismo em Angola (GATA), numa promoção da empresa de safari e turismo TenTours.
No evento, vão ser atribuídos prémios a personalidades e empresas do sector turístico, em diferentes categorias, com base numa votação popular.Serão, também, distinguidos com diplomas de mérito os melhores alunos finalistas dos cursos de turismo do ensino universitário.

Fonte: Jornal de Angola

Fev 14

Obras de Cristiano Mangovo na Feira de arte contemporânea

A galeria nacional This Is Not A White Cube integra um conjunto de 14 seleccionadas para marcar presença na 1-54 Feira Internacional de Arte Africana Contemporânea de Marrakech, a decorrer entre quinta-feira e domingo, em Marrocos, com obras de Cristiano Mangovo e outros 26 artistas plásticos.
A 1-54 Feira de Arte Contemporânea Africana deste ano, além da presença da galeria This Is Not A White Cube, estarão presentes a CDA Gallery, Myriem Himmich Gallery, So Art Gallery, e African Arty (Marrocos), Galerie 208, Revie Projects, Christophe Person e The Bridge Gallery (França), M CONCEPT Gallery e Galerie Atiss Dakar (Senegal), Reiners Contemporary Art (Espanha), Gallery 1957 (Gana/Reino Unido), Portas Vilaseca Galeria (Brasil), Kó (Nigéria) e The African Art Hub (Reino Unido).
Perfil do artista angolano
Natural de Cabinda, Cristiano Mangovo vive e trabalha principalmente entre Luanda e Lisboa, fruto dos regulares compromissos profissionais alcançados após concluir formação em Belas Artes, pela École des Beaux-Arts de Kinshasa (RDC). Tem também formação em Cenografia Urbana e Performance.
Mangovo cresceu como um refugiado na RDC e passou maior parte da sua carreira profissional em Luanda, onde adoptou a frase angolana “Protejam-se e protejam os outros também”, que se tornou o tema central do seu trabalho artístico. As suas pinturas, esculturas, instalações e performances de Mangovo são inspiradas na vida urbana quotidiana e apelam frequentemente à necessidade de proteger as pessoas mais fracas diantes das mais fortes, apelando às sociedades mais equilibradas com melhores condições humanas para todos.
O artista desenvolveu vários estilos e simbolismos em suas pinturas e colagens ao longo dos anos, mas sempre com um toque surrealista distinto. Nos anos mais recentes, o seu trabalho tem sido dominado por um estilo expressionista, pintando personagens deformadas com rostos multifacetados, duas bocas, por vezes múltiplos olhos abertos sem uma forma completa da vida real. Em vez disso, ele mostra suas personalidades, movimentos e ideias orientadoras por meio de sombras projetadas nas costas. Por um lado, seus personagens deformados evidenciam suas necessidades e defeitos. Mas, por outro lado, as suas bocas duplas, simbolizando a sua liberdade de falar, e os seus olhos abertos, indicando a sua abertura e alerta para ver e a capacidade de se guiarem pelas suas ideias, representam uma esperança optimista de que podem superar os seus desafios.
Mangovo recebeu reconhecimento pelo seu trabalho, ganhando a sua primeira exposição individual em 2013 pela Fundação Arte e Cultura de Luanda, que percorreu a Art BAI. Em 2014, foi galardoado com o Prémio Mirella Antognoli da Embaixada de Itália em Angola e da Alliance Française, bem como com o prestigiado prémio Angolano ENSA Art, edição 2018. Desde então, ele expõe em mostras individuais e colectivas em todo o mundo. Entretanto, no seu país de origem, foi reconhecido, entre outras, com uma exposição retrospectiva individual e a instalação “Riquezas de África”, em 2017.

Fonte: Jornal de Angola

Fev 01

Prorrogado o encerramento da mostra de arte angolana

A exposição colectiva “Beyond Boundaries” (Além dos limites, tradução em português), com obras de artistas plásticos nacionais e estrangeiros, aberta no passado dia 24 de Outubro, na “Galeria This Is Not A White Cube”, em Lisboa, fica em exibição até ao dia 9 do próximo mês, após a extensão do prazo de visitas
Com obras de Luís Damião, Nelo Teixeira, Cristiano Mangovo e Uólofe Griot, a mostra tinha, inicialmente, encerramento marcado para 21 de Novembro, mas viu estendido o período de visitas para mais de 40 dias.
A exposição resulta da reunião de obras produzidas entre 2020 e 2023, que integram colecções dos angolanos Luís Damião, Nelo Teixeira, Cristiano Mangovo e Uólofe Griot, de Rómulo Santa Rita (Portugal), Gonçalo Mabunda (Moçambique) e Samuel Nnorom (Nigéria).
Constam peças de colecções como “Fragmentos da Chicala”, de 2021, de Nelo Teixeira. Entre elas, constam peças produzidas com as técnicas mistas sobre papel artesanal, folha de metal, folha de ouro e tinta spray, acrílico, objectos reciclados e outras mistas sobre madeira e tecido africano com estampa de cera.

Fonte: Jornal de Angola

Jan 31

Luís Damião fala sobre a “Natureza Viciada”

A mostra individual do fotógrafo comporta um conjunto de 22 fotografias e duas instalações, concebidas por uma aliança entre o documental e o conceptual, e tem como foco “realçar a importância de reciclar os resíduos sólidos para ajudar a preservar a natureza”.
O fotógrafo Luís Damião participa, hoje, às 18h00, no Camões – Centro Cultural Português, em Luanda, numa conversa à volta da exposição intitulada “Natureza Viciada”, inaugurada em Dezembro de 2023, e que fica patente até 16 de Fevereiro.
Na produção da obra, Luís Damião utilizou materiais como o papel reciclado e clássicos, algodão, fotos de madeira e bidões. Das obras expostas no Camões, destaca-se “Cidade e Musseque”, “Perna de Morte I e II”, “Perna de Morte I 2023”, “O Coveiro Ambientalista I”, “Luta pela Sobrevivência”, “A Seca”, “Hey África 2023”, “Porto Fino” e “Destilador III 2023”.

Fonte: Jornal de Angola

Jan 25

Programa Eleitoral do ChatGPT . Leonel Moura

Na linha de outras experiências, um livro de cozinha, uma conversa com o Bard sobre vários temas, desta vez, pedi ao ChatGPT para escrever um Programa Eleitoral. Não dei orientações, nem alterei o texto. O resultado é surpreendente.
Pode dizer-se que, excetuando algumas medidas ousadas, estamos perante um Programa relativamente banal. Embora, não o são todos?
É, no entanto, muito bem feito, bem organizado, que aborda o essencial da ação política.
As propostas, de revisão integral do Sistema Eleitoral e do Sistema Judicial, são particularmente atuais. No campo financeiro, o imposto sobre robots, a Propriedade Coletiva de Empresas Estratégicas ou o Rendimento Mínimo Garantido, também para imigrantes, anuncia o que é inevitável. Para a imigração, entre outras medidas de integração, o ChatGPT propõe a concessão de direito de voto em eleições locais a residentes não-nacionais. E, no tema da Habitação, propõe a Regulação das Rendas entre outras medidas. Como não podia deixar de ser, o ChatGPT aborda também a questão da Inteligência Artificial.
Para além das alterações no mundo do trabalho e na criatividade, a IA vai ter um papel cada vez maior na organização social e política. Este Programa é demonstrativo dessa capacidade.

Leonel Moura

O Programa encontra-se aqui:
https://www.bebot.pt/bebot/index.php/programa-eleitoral-do-chatgpt/

Jan 18

Associados apostam na dinamização de actividades artistas em Benguela

As artes plásticas na província de Benguela têm ganho uma outra dinâmica, com a criação de um conjunto de acções para a promoção e divulgação dos trabalhos produzidos pelos artistas locais, garantiu o porta-voz da União Nacional dos Artistas Plásticos (UNAP), em Benguela.

Fonte: Jornal de Angola

Jan 10

Corpo de Rui Mingas sepultado sexta-feira no Alto das Cruzes

O corpo do nacionalista, compositor, músico e diplomata Rui Mingas, falecido no dia 4 deste mês, em Lisboa, Portugal, será sepultado, na sexta-feira, no cemitério do Alto das Cruzes, em Luanda

Eis o programa das exéquias na íntegra:

Dia 11 de Janeiro de 2024 – Quinta-feira: 07h00

·Chegada da urna com os restos mortais do malogrado no Aeroporto Internacional ”4 de Fevereiro” no voo Taag, Dt 653

08h30-saída do terminal de carga do Aeroporto, em cortejo

automóvel para a sala de velório do exército ( ex ri-20)

Sala de velório do exército (ex ri-20)

16h00- início da cerimónia fúnebre

·Hino nacional

·1 minuto de silencio

·Leitura do elogio fúnebre

·Homenagem da assembleia nacional

·Homenagem do partido mpla

·Homenagem do ministério da juventude e desportos

·Homenagem do ministério das relações exteriores

·Homenagem do ministério da cultura e turismo

Dia 12 de janeiro de 2024 – sexta-feira:

10h00- saída do velório do exército (ex ri-20), em cortejo
automóvel para a igreja do carmo

·Chegada a igreja para a missa do corpo presente

-saída da Igreja do Carmo, em cortejo automóvel para o cemitério do Alto das Cruzes em cortejo automóvel
Cemitério do alto das cruzes

·Marcha lenta até a sepultura

·Descida da urna

·Deposição de coroas de flores

·Para apresentação de condolências à família, na sala de velório do exército (ex ri-20)

Jan 09

Cuanza-Norte conserva um dos maiores acervos histórico e arqueológico do país

A província do Cuanza-Norte detém um acervo histórico e arqueológico com mais de 300 anos, muitos deles situados ao longo do corredor do Kwanza, no município de Cambambe, e em outras localidades desta região.
A província preserva, igualmente, os autênticos cemitérios ancestrais, a exemplo do de Cahenda, localizado no município de Samba-Caju.
O cemitério de Cahenda no Samba Caju, destacou, data desde os séculos XVII e XVIII, e a antiga capitania, local onde trabalhavam as forças da administração colonial, que controlavam e reprimiam todo o negro que tentasse discutir os seus direitos e terras. Na região de Dala Capanga, comuna de Samba Lucala, exaltou o local onde em 1959, a população negra escreveu uma carta anónima para as autoridades coloniais em Portugal, a reivindicar a usurpação das suas terras.

Fonte: Jornal de Angola

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