Jan 10

Lançamento do livro “Casa Materna” de Luísa Fresta na UCCLA

O auditório da UCCLA vai acolher, no dia 27 de janeiro, às 18 horas, o lançamento do livro de poesia “Casa Materna” da escritora portuguesa e angolana Luísa Fresta.

Com a chancela da Editorial Novembro, e com capa da artista plástica Armanda Alves, o livro será apresentado pela escritora e declamadora Regina Correia. Haverá leitura de textos por Cristina Seixas e João Fernando André e momento musical pela voz de Paula Lourenço.

A apresentação do livro será transmitida em direto através da página do Facebook da UCCLA em https://www.facebook.com/UniaodasCidadesCapitaisLinguaPortuguesa

Biografia da autora:

Luísa Fresta, portuguesa e angolana, viveu a maior parte da sua juventude em Angola, país com o qual mantém laços familiares e culturais; reside em Portugal, desde 1993.
Publicou em 2012/13 uma série de crónicas sobre as décadas de 70/80 da vida em Luanda, através do Jornal Cultura – Jornal Angolano de Artes e Letras, com o qual colaborou regularmente até 2015, e publicou também, pontualmente, em diversas revistas on-line (a moçambicana Literatas e as brasileiras Samizdat e Subversa).
Escreve regularmente desde 2013 no portal O Gazeta, coordenado por Germano Xavier e desde 2014 publica prosa e poesia no portal Entrementes – Revista Digital de Cultura. Desde 2016 escreve também no jornal digital Artes&Contextos.

Fonte: UCCLA

Jan 06

Companhia Vortice leva coreografia em quatro cidades portuguesas

A Vortice Dance Company vai levar o espectáculo “A Sagração da Primavera”, uma nova abordagem dos coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço, em digressão por Lisboa, Torres Vedras, Porto e Sintra, em Portugal, a partir de 20 deste mês.
O trabalho, inspirado na obra de Igor Stravinsky, à luz de uma era tecnológica, junta as linguagens da dança, da videografia, do ‘videomapping’ e da música, com o objectivo de proporcionar “uma experiência sensorial avassaladora”
Ao longo de 21 anos, a Vortice realizou digressões internacionais em mais de 30 países, em cinco continentes, nomeadamente com participações nos festivais Kuopio Dance Festival, na Finlândia, o Festival Internacional de Dança de Casablanca, em Marrocos, Peridance, em Nova Iorque, Estados Unidos da América, ou o Retroperspectywy Festival, na Polónia.

Fonte: Jornal de Angola

Jan 05

Vieira da Silva e Bertina Lopes expõem pinturas em Londres

As pintoras portuguesa Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992) e moçambicana Bertina Lopes (1924-2012) estão representadas numa grande exposição dedicada a mulheres artistas que marcaram o abstraccionismo entre os anos 1940 e 1970, a inaugurar em Londres no próximo mês.
Intitulada “Action, Gesture, Paint: Women Artists and Global Abstraction 1940-70”, a mostra colectiva com 150 pinturas de 81 artistas internacionais daquela geração estará patente na Galeria Whitechapel, na capital britânica, entre 9 de Fevereiro e 7 de Maio deste ano.
Além da pintora portuguesa Vieira da Silva e da moçambicana Bertina Lopes, artistas como as norte-americanas Lee Krasner (1908-1984) e Helen Frankenthaler (1928-2011), mais conhecidas internacionalmente, e outras menos divulgadas, como a sul-coreana Wook-kyung Choi (1940-1985) terão obras nesta mostra, mais de metade delas nunca antes exibidas publicamente no Reino Unido, realça a galeria britânica.

Fonte: Jornal de Angola

Jan 04

Pintora Graça Morais recebe distinção este ano

O Prémio Vasco Graça Moura – Cidadania Cultural, distingue este ano, a pintora Graça Morais, com mais de 50 anos de carreira, realçando “o seu percurso cultural, artístico e cívico”.
“Desde a sua juventude a artista teve uma permanente participação activa na defesa do humanismo, do respeito pela dignidade humana e dos direitos humanos. Uma ligação muito forte à terra e às tradições populares e uma permanente atenção à dureza da vida e à compaixão têm caracterizado uma assinalável coerência na sua obra”, afirma o júri, ao qual presidiu Guilherme d’Oliveira Martins, sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa.
Maria da Graça Pinto de Almeida Morais nasceu há 74 anos em Vieiro, aldeia no concelho transmontano de Vila Flor. De 1957 a 1958 viveu em Moçambique, no vale do Limpopo, de onde regressou em 1959 para a sua aldeia natal.

Graça Morais é membro da Academia Nacional de Belas Artes e de diversas associações, confrarias e fundações culturais.

O Prémio Vasco Graça Moura-Cidadania Cultura foi instituído pela empresa Estoril Sol, em homenagem à memória do escritor Vasco Graça Moura (1942-2014), nascido há exactamente 81 anos, no Porto, a 3 de Janeiro de 1942.

Fonte: Jornal de Angola

Dez 22

Artistas mostram quotidiano e diversidade cultural angolana

Embaixador de Angola no Quénia, Sianga Abílio, recebeu explicações detalhadas sobre as obras do curador Mpambukidi © Fotografia por: Alberto Costa

A diversidade cultural angolana, em particular, e africana, no geral, é reflectida nas 75 obras patentes, desde a noite de terça-feira, na mostra colectiva intitulada “De Mãos Dadas Rumo ao Futuro”, que fica aberta ao público até ao dia 15 de Janeiro, na sala de exposições no Edifício Kilamba, na Marginal de Luanda.

Participam da exposição artistas plásticos consagrados e da nova geração como Álvaro Macieira, Van, Adão Mussungo, Mpambukidi Nlunfidi, Bolondo Mbongo, Júlio Mbaki, Jeovane Tadi, Lema Yuma, Matondo Alberto, Masongi Afonso, Marley Nkosi, Neemias Kiala, Pemba, Pedro Maasisa, Surene Fernanda e Tata Bernardo.

Das 75 obras, 33 são quadros de pintura, 21 são peças de esculturas, sendo 13 de madeira e oito de bronze. Na maioria dos trabalhos, os criadores recorreram as técnicas do impressionismo, abstracto e realismo para dar vida a imaginação e transmitir menagens de amor, alegria, serenidade, paz e tristeza.

Fonte: Jornal de Angola

Dez 21

Artista nigeriano transforma chinelos velhos em arte de parede

O artista nigeriano Konboye Ebipade Eugene procura chinelos de plástico nas lixeiras a céu aberto, principal fonte de poluição de plásticos na Nigéria, e transforma-os em retratos de mosaicos multicolores da comunidade local.
“Quase toda a gente tem um par [de chinelos] em casa. Quando as pessoas acabam de usar estes objectos, o que é que fazem com eles? Deitam-nos fora”, disse Eugene.
“Alguns destes artigos acabam enterrados no solo, outros acabam no oceano. Os que são enterrados no solo afectam as plantas, os que acabam no oceano afectam a vida marinha porque alguns são confundidos com comida”, salientou.

Fonte: Jornal de Angola

Dez 20

Inauguração da exposição “Small Island Landscape” de Yuran Henrique

A exposição “Small Island Landscape” de Yuran Henrique, no CCCV – Centro Cultural Cabo Verde. A exposição, que estará patente ate ao dia 7 de fevereiro de 2023, conta com o apoio da UCCLA.
“Small Island Landscape”

Esta exposição surge no contexto da residência artística que Yuran Henrique fez no CCCV e na sequência da iniciativa dedicada a jovens emergentes “Africa no Filter 2022”.
A exposição foi desenvolvida a partir da natureza de fenómenos originados coletivamente, através de pintura e peças têxteis, e realizada uma pesquisa sobre os espaços de convívio, focada no estudo profundo sobre um tipo de iconografia popular que só pode se desenvolver por meio de processos complexos do crescimento social.
Foram reproduzidas representações de um diálogo plural e agitado, cujos entendimentos estão sempre em transformação, percorrendo múltiplos fluxos de consciência, criando fábulas provincianas na tensão entre a liberdade da escolha aleatória e a precisão de uma meticulosa composição.
Estão patentes narrativas que questionam formas hegemónicas de conhecimento; cânones universais com banalidades quotidianas; símbolos universais com temas regionais. Torna-se possível questionar a forma como distribuímos os nossos afetos, reconfigurando as nossas sensibilidades para com o que nos cerca e promovendo possibilidades de interação social. As análises das narrativas coloniais e a desconstrução. Os elementos do mundo em que vivemos, hoje, permitindo-nos emergirem e calibrar a nossa diversidade, que envolve camadas de espaço e tempo, e ordens de representação da memória, avançando para novas dimensões contemplativas.
 

Yuran Henrique

Nasceu na ilha de São Vicente, em Cabo Verde, em 1993. Artista multifacetado e inventivo que explora constantemente temas relacionados com a perceção e a representação, e as dinâmicas sociais contemporâneas, ao mesmo tempo que se liga fundamentalmente às qualidades afetivas de diferentes materiais.
Em 2014 mudou-se para a cidade da Praia, onde iniciou ativamente a sua carreira. Desde 2015 colabora semanalmente como cartunista no jornal Expresso das Ilhas, mostrando o seu lado mais crítico e social. Em 2016 fez parte do coletivo de artistas plásticos “Visual Arts – Cabo Verde Contemporâneo 2016”. Nesse mesmo ano realiza a sua primeira exposição individual “Artérias do Tempo”, com apoio da Câmara Municipal da Praia. Em abril de 2017 inaugura a exposição “Reversos” no Palácio Cultural Ildo Lobo, e em julho do mesmo ano participa na conceituada Bienal de Cerveira, em Portugal, para Jovens Criadores da CPLP. Em novembro desse ano realiza uma nova amostra de pintura intitulada “Mitografia” durante o festival de teatro Mindelact, no Mindelo, sua cidade natal.
Posteriormente, foi convidado pela Embaixada de Espanha a realizar uma residência artística no CAAM, Centro Atlántico de Arte Moderno, no Cabildo das Canárias, Espanha, resultando em 11 novas telas reunidas na exposição “Calendários”, de maio a julho de 2018, que foi exposto no mesmo museu.
Já em 2022 participa no programa da escola de arte Ásíkó, em Lagos, Nigéria, um programa dedicado a artistas e curadores. Também em 2022 ganha o prémio “Africa No Filter 2022 Emerging Artists Fellows”.
Mais recentemente, as suas estampas surgiram na passerelle da SPFW – São Paulo Fashion Week, onde duas modelos desfilaram com vestidos da coleção da estilista cabo-verdiana Angela Brito.
 

Morada:
CCCV – Centro Cultural Cabo Verde
Rua de São Bento, n.º 640, em Lisboa
Patente até ao dia 7 de fevereiro de 2023
A entrada é livre

Fonte: UCCLA

Dez 19

Exposição inaugurada no Shopping Fortaleza

A exposição colectiva “Partilha de Emoções e Afectos” foi inaugurada no âmbito da realização de uma jornada internacional de 16 dias de activismo contra a violência doméstica, sob o lema “Para Ela: Stop!”.
Na exposição estão patentes obras dos artistas Yola Balanga, Débora Sandjai, Oksanna Dias, Fanny Blenga, Mestre Van, Evandro Kassandeca, Danick Bumba, Rafa Mal, o Invencível, Nefwany, Giovanny Tady, Marisa Kinjica e Don Sebas, e dos Estados Unidos as obras dos artistas Andrece Brady e Charles Washington.
Os trabalhos ficarão patentes até Fevereiro de 2023 na Galeria Resiliart Angola, no Shopping Fortaleza, em Luanda, e resultam de uma pesquisa feita por artistas angolanos e americanos durante a campanha internacional dos 16 dias de activismo de luta contra a violência do género, período no qual os artistas permaneceram em residência artística durante três semanas.

Fonte: Jornal de Angola

Dez 16

Reencontro . Francisco Brennand . Assunção dos Anjos

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