Mar 29

Momentum of Light

Iwan Baan and Francis Kéré

Momentum of Light explores the interplay between natural sunlight, vernacular architecture and everyday life in the West African nation of Burkina Faso. The exhibition presents a series of images captured by Dutch photographer Iwan Baan during his travels with Burkinabè architect Francis Kéré through Burkina Faso in March 2020, during which they visited communal compounds in Gando and Pouni, the main mosque in Bobo-Dioulasso and the decorated houses of Tiébélé. Baan’s photographs capture the stark qualities of light in sub-Saharan Africa and how it passes through traditional Burkinabe building typologies, shaping daily routines and ways of life. The images collectively articulate a sensitive study of light, space, place and use whilst emphasising the complex and reciprocal relationships between people, architecture and environmental conditions.

Iwan Baan (b 1975, Alkmaar, Netherlands) grew up near Amsterdam and studied photography at the Royal Academy of Art in The Hague. His architectural and documentary photographs are regularly published in magazines and newspapers including Domus, a+u, New York magazine and the New York Times. He has worked for renowned architecture firms such as SANAA, Rem Koolhaas/OMA, Herzog & de Meuron, Toyo Ito, Steven Holl and Zaha Hadid. By representing people in architecture and always showing the surroundings of the buildings he portrays, Baan questions the traditional representation of buildings as isolated and static structures; instead of isolating the built structure, he embeds it in history and context.

Francis Kéré (b 1965, Gando, Burkina Faso) is an internationally-renowned Burkinabè architect, recognised for his pioneering approach to design and sustainable modes of construction. His vocation to become an architect comes from a personal commitment to serve the community he grew up in, and a belief in the transformative potential of beauty. In 2004, his very first building was awarded the prestigious Aga Khan Award for Architecture, garnering him critical acclaim from the outset of his career. In 2005 he founded his architectural practice, Kéré Architecture GmbH, as well as the Kéré Foundation eV, a non-profit organisation that pursues projects in Gando.

Saturday 12 March 2022 to Saturday 11 June 2022

Time:10:00 – 19:00

Location:Heal’s Building, 196 Tottenham Court Road, London, W1T 7LQ

Book Now

Source: AA School of Architecture

Mar 28

Concerto ao vivo com Djâmen

Com uma metamorfose de estilos muito própria e uma linguagem musical vanguardista, o músico e compositor brasileiro Djâmen vai subir ao palco da UCCLA no dia 8 de abril, a partir das 19h30.

As portas irão abrir às 18h30, onde não faltará o artesanato e a gastronomia do Brasil, com a Seja Arte e a Via Creperia.

Fonte: UCCLA

Mar 24

Sindika Dokolo

https://www.facebook.com/watch/?v=376456774299719

Fonte: Radio Kuia Bue

Mar 23

Morre aos 65 anos o General Paulo Lara

A Fundação FTR-Ukuma vem por este meio expressar as sinceras condolências à família enlutada e amigos.

“É com muito pesar que a Associação Tchiweka de Documentação (ATD) comunica a todos os seus associados e amigos o falecimento de um dos seus fundadores e principais impulsionadores das actividades da associação, Paulo Lara, ocorrido a 22 de Março em Portugal”

Biografia

General da Forças Armadas Angolanas, era filho de Lúcio Lara, um dos dirigentes da luta de libertação de Angola e de Ruth Pflüger Lara. A infância foi passada com os pais no exílio, nomeadamente no Congo-Brazzaville, onde fez os estudos primários e secundários.

Desde cedo conviveu com guerrilheiros e militantes do MPLA no Congo e desde 1970 acompanhou o pai e outros combatentes a zonas da 2ª Região Militar (Cabinda) e da 3ª Região (leste de Angola). A partir de Abril de 1972 foi enquadrado nas forças guerrilheiras do MPLA, e teve os seus primeiros combates nas áreas de Sanga-Planície e ataque ao quartel português de Miconge (Cabinda).

No período 1974-1975, já em Luanda, participou na “Batalha de Luanda”, em Julho, contra a FNLA e nos combates antes e logo após a Independência. Continuou a carreira militar, tendo feito formação especializada em Cuba (1975-1976) e na ex-União Soviética (1981-1985).

Desempenhou diversos cargos na hierarquia militar, com acções no terreno de batalha mas também a nível de análise e estratégia e na reestruturação das Forças Armadas. De 1989 a 1991, já Tenente-Coronel, foi Chefe Adjunto da Direcção de Operações do Estado-maior General.

Após 1991, com o fim da guerra e do regime monopartidário, Paulo Lara fez parte da Subcomissão militar das FAPLA para formação das Forças Armadas Angolanas. Com a patente de Tenente-General foi nomeado Chefe da Divisão de Operações do Estado-Maior General. Com o retorno à guerra em 1992, veio a ser Chefe da Divisão de Planeamento e Organização do Estado-maior General e nos anos seguintes cumpriu várias missões, não só em Angola (“Operação Restauro”, “Operação Hexágono”, “Operação Triângulo”) como na RDC (Lubumbashy e Kinshasa) e na República do Congo (Brazzaville).

Promovido a General em 2003, optou por interromper a sua actividade militar para concluir o curso de Relações Internacionais. Dedicou-se sobretudo à recolha de documentação e testemunhos sobre a luta pela independência de Angola, sendo co-fundador e um dos principais impulsionadores da Associação Tchiweka de Documentação (ATD).

Dirigiu o Projecto “Angola – Nos Trilhos da Independência” da ATD, com a colaboração da produtora audiovisual Geração 80, e foi coprodutor do Documentário “Independência” (Prémio Nacional de Cultura e Artes em 2016). Participou em Conferências relacionadas com História da Luta de Libertação nomeadamente em Angola, Cabo-Verde, Guiné-Bissau, Timor Leste e Portugal.

Nos últimos anos, investiu grande parte do seu tempo na criação do Portal da Associação Tchiweka de Documentação para consulta livre de documentos, fotografias, filmes e entrevistas sobre a Luta de Libertação Nacional (www.tchiweka.org). Paulo Lara teve dois filhos, Tchiloia (1980) e Gika (1985) e vivia maritalmente desde 1990 com Cristina Pinto.

Fonte: Jornal de Angola

Mar 22

Fidel Évora promove arte africana em Lisboa

O artista cabo-verdiano Fidel Évora promove no dia 31 de Março, às 18h00, na galeria Movart, em Lisboa, um evento cultural, inserido na programação da sua exposição individual “Oxi Dretu, Manham Mariádu”, patente naquela galeria desde o passado dia 3 até 14 de Abril próximo.

“Nesta exposição, podemos observar este gesto de revelação e pesquisa sobre noções de si e do outro e sobre transparência e opacidade. É no centro desta dualidade que a presente exposição individual ‘Oxi Dretu, Manham Mariádu’ deseja existir”

Fonte: Jornal de Angola

Mar 21

Carlos Madaleno

Mar 19

Apresentação de Condolências

Michel da Costa
Chef
1945 – 18.03.2022

A Fundação Troufa Real-Ukuma na pessoa do seu Presidente Troufa Real, ao tomar conhecimento do falecimento de Michel da Costa, apresenta as mais profundas Condolências à família e a todos os amigos.

Mar 18

Homenagem ao 81º aniversário de José Deodoro Faria Troufa Real

A Fundação Troufa Real-Ukuma e toda a sua equipa enviam os mais calorosos parabéns ao nosso Presidente e Professor Troufa Real, neste dia de aniversário, com desejo de boa saúde e vida longa.

Mar 17

Burkinabe leva galardão da arquitectura mundial

O arquitecto do Burkina Faso Francis Keré é o vencedor do prémio Pritzker 2022, tornando-se no primeiro profissional africano a conquistar o mais importante galardão da arquitectura mundial.
“Francis Kéré está a ser um pioneiro da arquitectura – sustentável para a terra e para os seus habitantes – em terrenos de extrema escassez. Através de edifícios que mostram a beleza, a modéstia, o arrojo e a invenção, e pela integridade da sua arquitectura e gesto, Kéré sustenta, com graciosidade, a missão deste prémio”, lê-se na nota do júri, divulgada em comunicado.
Entre múltiplos outros projectos, o comunicado da organização realça a escola Benga Riverside, em Moçambique, que inclui “paredes com padrões de pequenos vazios recorrentes, permitindo que a luz e a transparência evoquem sentimentos de confiança por parte dos estudantes”.
Diébédo Francis Kéré, natural do Burkina Faso, fundador e arquitecto do escritório Kere Architecture, sediado em Berlim, esteve em Portugal em Novembro de 2019, quando inaugurou uma exposição na Exponor, em Matosinhos.
Na ocasião, o arquitecto, que recebeu o Prémio Aga Khan de Arquitectura em 2004, afirmou à Lusa que “a arquitectura consome imensos recursos” e que, por isso, “é importante pensar na sustentabilidade”.
“A arquitectura tem de mudar e para isso é importante juntar esforços”, sublinhou, reiterando que esta precisa “de ter em consideração todas as mudanças” que se passam no mundo, como climáticas e de limitação de recursos.

Fonte: Jornal de Angola

Artigos mais antigos «

» Artigos mais recentes