
Abr 04
Luís Damião

Luis Damião (Luanda, 1978) é um artista visual angolano que trabalha com fotografia e instalação. O seu trabalho exprime uma forte componente experimental e de investigação, e explora meios de produção não convencionais. Luis integra uma geração emergente de artistas que lançam renovadas perspectivas sobre as convenções da prática fotográfica, na época da tecnologia digital. As referências da sua construção estética reportam ao universo do retrato e da fotografia documental, mas com recurso simultâneo à materialidade expressiva do suporte.
Fonte: INSTITUTO
Abr 01
Carlos Marreiros

“Mês da Promoção Cultural” arranca em Abril com a integração da arte, cultura e vida para divulgação e transmissão da cultura.
A Palestra sobre “Estética” organizada pelo IC contará com dois artistas de grande renome em Macau, Carlos Marreiros e Konstantin Bessmertny, que proporcionarão duas sessões de estética experimental. Por um lado, Carlos Marreiros passeará juntamente com os participantes pelas ruas de Macau com o seu diário de viagem e partilhará as suas observações em relação ao seu registo, sem se esquecer de apreciar a beleza da cidade de Macau. Por outro lado, Konstantin Bessmertny orientará o “Curso Intensivo de Arte de Quatro Horas”, orientando os participantes a romper com os limites da arte e criar as suas próprias obras artísticas únicas através da improvisação. Ao longo destes eventos, os dois oradores partilharão as suas opiniões sobre a beleza na vida quotidiana, com vista a inspirar os participantes a apreciarem a integração entre a beleza e a vida.
Fonte: GOV.MO
Mar 31
INVITATION . Leonel Moura

The Guy & Myriam Ullens Foundation presents in exclusivity at Art Paris 2022 two artistic performances integrating artificial intelligence into the process of creating works. Leonel Moura (Portugal) and Michel Paysant (France) are two pioneering artists of Computing art, who have each developed their own tools to create new forms and imaginations. Their works take us to the heart of the process of artistic creation, in an intimate and virtuous ecosystem: the artists invent a form of the shortest circuit of the artistic experience, the studio also becoming the exhibition hall, like the process of the work becomes the work itself.
Scientists have demonstrated the correlation of sustainable development and robotics, for a more eco-responsible industrial world. By applying these theses to artistic creation, the installations of Leonel Moura and Michel Paysant question the use of robotics in our current and future world. These robotic installations also question the very essence of the work of art and its definition. In 1956, Nicolas Schöffer, a visionary, said that in the future “the role of the artist will be to create creation” and not just a work object. The installations of Leonel Moura and Michel Paysant offer us a mirror of artistic creation, confronting us with the mystery of the production of the work of art.
The most recent developments of these artists, supported by the Guy & Myriam Ullens Foundation, would be presented for the first time in France at Art Paris. They were both exhibited in 2021 at the UCCA museum in Beijing, as part of the vast exhibition Immaterial/re-material, a brief history of computing art. Guy and Myriam Ullens have developed in recent years one of the largest collections of digital and robotic art.
Curator : Jérôme Neutres, Chief curator of the Guy & Myriam Ullens Foundation
Mar 29
Momentum of Light

Momentum of Light explores the interplay between natural sunlight, vernacular architecture and everyday life in the West African nation of Burkina Faso. The exhibition presents a series of images captured by Dutch photographer Iwan Baan during his travels with Burkinabè architect Francis Kéré through Burkina Faso in March 2020, during which they visited communal compounds in Gando and Pouni, the main mosque in Bobo-Dioulasso and the decorated houses of Tiébélé. Baan’s photographs capture the stark qualities of light in sub-Saharan Africa and how it passes through traditional Burkinabe building typologies, shaping daily routines and ways of life. The images collectively articulate a sensitive study of light, space, place and use whilst emphasising the complex and reciprocal relationships between people, architecture and environmental conditions.
Iwan Baan (b 1975, Alkmaar, Netherlands) grew up near Amsterdam and studied photography at the Royal Academy of Art in The Hague. His architectural and documentary photographs are regularly published in magazines and newspapers including Domus, a+u, New York magazine and the New York Times. He has worked for renowned architecture firms such as SANAA, Rem Koolhaas/OMA, Herzog & de Meuron, Toyo Ito, Steven Holl and Zaha Hadid. By representing people in architecture and always showing the surroundings of the buildings he portrays, Baan questions the traditional representation of buildings as isolated and static structures; instead of isolating the built structure, he embeds it in history and context.
Francis Kéré (b 1965, Gando, Burkina Faso) is an internationally-renowned Burkinabè architect, recognised for his pioneering approach to design and sustainable modes of construction. His vocation to become an architect comes from a personal commitment to serve the community he grew up in, and a belief in the transformative potential of beauty. In 2004, his very first building was awarded the prestigious Aga Khan Award for Architecture, garnering him critical acclaim from the outset of his career. In 2005 he founded his architectural practice, Kéré Architecture GmbH, as well as the Kéré Foundation eV, a non-profit organisation that pursues projects in Gando.
Saturday 12 March 2022 to Saturday 11 June 2022
Time:10:00 – 19:00
Location:Heal’s Building, 196 Tottenham Court Road, London, W1T 7LQ
Source: AA School of Architecture
Mar 28
Concerto ao vivo com Djâmen

Com uma metamorfose de estilos muito própria e uma linguagem musical vanguardista, o músico e compositor brasileiro Djâmen vai subir ao palco da UCCLA no dia 8 de abril, a partir das 19h30.
As portas irão abrir às 18h30, onde não faltará o artesanato e a gastronomia do Brasil, com a Seja Arte e a Via Creperia.
Fonte: UCCLA
Mar 23
Morre aos 65 anos o General Paulo Lara
A Fundação FTR-Ukuma vem por este meio expressar as sinceras condolências à família enlutada e amigos.

“É com muito pesar que a Associação Tchiweka de Documentação (ATD) comunica a todos os seus associados e amigos o falecimento de um dos seus fundadores e principais impulsionadores das actividades da associação, Paulo Lara, ocorrido a 22 de Março em Portugal”
Biografia
General da Forças Armadas Angolanas, era filho de Lúcio Lara, um dos dirigentes da luta de libertação de Angola e de Ruth Pflüger Lara. A infância foi passada com os pais no exílio, nomeadamente no Congo-Brazzaville, onde fez os estudos primários e secundários.
Desde cedo conviveu com guerrilheiros e militantes do MPLA no Congo e desde 1970 acompanhou o pai e outros combatentes a zonas da 2ª Região Militar (Cabinda) e da 3ª Região (leste de Angola). A partir de Abril de 1972 foi enquadrado nas forças guerrilheiras do MPLA, e teve os seus primeiros combates nas áreas de Sanga-Planície e ataque ao quartel português de Miconge (Cabinda).
No período 1974-1975, já em Luanda, participou na “Batalha de Luanda”, em Julho, contra a FNLA e nos combates antes e logo após a Independência. Continuou a carreira militar, tendo feito formação especializada em Cuba (1975-1976) e na ex-União Soviética (1981-1985).
Desempenhou diversos cargos na hierarquia militar, com acções no terreno de batalha mas também a nível de análise e estratégia e na reestruturação das Forças Armadas. De 1989 a 1991, já Tenente-Coronel, foi Chefe Adjunto da Direcção de Operações do Estado-maior General.
Após 1991, com o fim da guerra e do regime monopartidário, Paulo Lara fez parte da Subcomissão militar das FAPLA para formação das Forças Armadas Angolanas. Com a patente de Tenente-General foi nomeado Chefe da Divisão de Operações do Estado-Maior General. Com o retorno à guerra em 1992, veio a ser Chefe da Divisão de Planeamento e Organização do Estado-maior General e nos anos seguintes cumpriu várias missões, não só em Angola (“Operação Restauro”, “Operação Hexágono”, “Operação Triângulo”) como na RDC (Lubumbashy e Kinshasa) e na República do Congo (Brazzaville).
Promovido a General em 2003, optou por interromper a sua actividade militar para concluir o curso de Relações Internacionais. Dedicou-se sobretudo à recolha de documentação e testemunhos sobre a luta pela independência de Angola, sendo co-fundador e um dos principais impulsionadores da Associação Tchiweka de Documentação (ATD).
Dirigiu o Projecto “Angola – Nos Trilhos da Independência” da ATD, com a colaboração da produtora audiovisual Geração 80, e foi coprodutor do Documentário “Independência” (Prémio Nacional de Cultura e Artes em 2016). Participou em Conferências relacionadas com História da Luta de Libertação nomeadamente em Angola, Cabo-Verde, Guiné-Bissau, Timor Leste e Portugal.
Nos últimos anos, investiu grande parte do seu tempo na criação do Portal da Associação Tchiweka de Documentação para consulta livre de documentos, fotografias, filmes e entrevistas sobre a Luta de Libertação Nacional (www.tchiweka.org). Paulo Lara teve dois filhos, Tchiloia (1980) e Gika (1985) e vivia maritalmente desde 1990 com Cristina Pinto.
Fonte: Jornal de Angola
Mar 22
Fidel Évora promove arte africana em Lisboa

O artista cabo-verdiano Fidel Évora promove no dia 31 de Março, às 18h00, na galeria Movart, em Lisboa, um evento cultural, inserido na programação da sua exposição individual “Oxi Dretu, Manham Mariádu”, patente naquela galeria desde o passado dia 3 até 14 de Abril próximo.
“Nesta exposição, podemos observar este gesto de revelação e pesquisa sobre noções de si e do outro e sobre transparência e opacidade. É no centro desta dualidade que a presente exposição individual ‘Oxi Dretu, Manham Mariádu’ deseja existir”
Fonte: Jornal de Angola
