
Uma exposição mural de arte urbana e fotografias que destaca o património histórico e cultural da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), com realce para a Rua dos Mercadores, está patente em Luanda.
Fonte: Jornal de Angola
Jul 21
A exposição “Não Há Cura” foi aberta no Camões, em Luanda, durante uma visita guiada que contou com a presença das artistas Pamila Sebastião, Indira Grandê e Daniela Vieitas, assim como de Edna Bettencourt da Movart e representantes do Instituto Camões. A mostra pode ser visitada até ao dia 11 de Agosto de 2021.
O projecto expositivo “Não Há Cura” reúne artistas angolanas e portuguesas que forjam um espaço de desconstrução livre para conceber uma mostra de obras inusitadas entre instalação, fotografia, vídeo e teatro de objectos.
Fonte: Jornal de Angola
Jul 20

Homenagear a língua portuguesa e a união das várias culturas pelo mundo, divulgar o artesanato, a dança, a música e os sabores de todos os continentes, é o objetivo principal do Mercado da Língua Portuguesa, uma iniciativa da UCCLA em parceria com a Câmara Municipal de Cascais.
Nos dias 22 e 23 de julho, das 10 às 22h30, no espaço interior do Mercado da Vila de Cascais, vamos juntar mais de 40 bancas de artesanato e gastronomia. Haverá música dos diferentes países de língua portuguesa. Venha ao Mercado da Língua Portuguesa!
Vamos ter Artesanato de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau e Extremo Oriente, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe.
A Gastronomia será de Angola, Brasil, Cabo Verde, Goa, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe. Teremos, igualmente, um stand com gastronomia da Diáspora representando vários países.
A Música nas vozes de Angola, Brasil, Cabo Verde, Goa, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe irão abrilhantar, ainda mais, esta edição do Mercado da Língua Portuguesa.
Todas as informações somos todas as participações estarão disponíveis através do link
https://www.uccla.pt/noticias/mercado-da-lingua-portuguesa-regressa-cascais
Fonte: UCCLA
Jul 19

Jul 14

A antologia “Entre a Lua, o Caos e o Silêncio: a Flor”, dos escritores angolanos Irene Guerra Marques e Carlos Ferreira “Cassé”, foi apresentada em Braga (Portugal), pela editora Guerra e Paz.
Trata-se de uma das mais recentes obras a constar na lista de recomendações do Plano Nacional de Leitura, uma iniciativa que promove a nobreza do livro junto de professores, alunos e leitores adultos. Segundo a nota do editor, ao ler-se a antologia, pode-se fazer uma viagem encantatória por um património riquíssimo de vários séculos da história da literatura angolana.
Fonte: Jornal de Angola
Jul 13

O Centro Cultural Brasil-Angola (CCBA) apresentou ontem à imprensa a sua programação cultural, que realizará em parceria com a Embaixada do Brasil e a Administração Distrital das Ingombotas, à margem da VIII Cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
O Mural de Arte Urbana dedicada ao Património Histórico e Cultural dos países de língua portuguesa, na fachada do CCBA, na Rua dos Mercadores, com painéis representativos de cada um dos integrantes coordenado por Thó Simões, será inaugurado ao público na sexta-feira, um dia depois da apresentação oficial e privada.
Angola está representada pela cidade histórica de Mbanza Kongo, o Brasil pelo Cais do Valongo, do Rio de Janeiro, local de chegada e comercialização dos escravos. Patrimónios imateriais como a Morna, num painel com Cesária Évora e Bleza e o Fado identificam Cabo Verde e Portugal. São Tomé e Príncipe está presente com o Tchiloli, uma forma típica de teatro, música e dança com origem portuguesa do Século XVI.
Fonte: Jornal de Angola