
A Fundação Troufa Real-Ukuma e toda a sua equipa enviam os mais calorosos parabéns ao nosso Membro do Conselho Científico, Dr. Duarte Teives, neste dia de aniversário, com desejo de boa saúde e vida longa.
Out 02

A Fundação Troufa Real-Ukuma e toda a sua equipa enviam os mais calorosos parabéns ao nosso Membro do Conselho Científico, Dr. Duarte Teives, neste dia de aniversário, com desejo de boa saúde e vida longa.
Out 01

O acervo museológico da sala de exposição de crenças religiosas é dos mais interactivos e desperta maior atenção dos visitantes do Museu Regional do Dundo, na província da Lunda-Norte.
O Museu possui também um arquivo de centenas de relatórios dos diferentes serviços da extinta Companhia de Diamantes de Angola (Diamang).
O Museu começou a ser criado no longínquo ano de 1936 e subsidiado pela então Diamang. Em 1976, foi nacionalizado e apresentado como instituição museológica identitária, voltada para a conservação do acervo cultural, material e espiritual dos povos Lunda Cokwe.
Fonte: Jornal de Angola
Set 30

Político visionário, temperado nas melhores tradições do moderno nacionalismo angolano, António Agostinho Neto deixou um importante legado político que, nos dias de hoje, tanto quanto como nos de ontem, deve ser assumido como capital político e património de todas as forças progressistas do nosso país
Duas frases mágicas (ou dois slogans políticos, duas «palavras de ordem» ou, enfim, duas fórmulas políticas lapidares) reveladoras do seu pensamento, proferidas, curiosamente, no mesmo lugar. Este era inicialmente conhecido por Largo 1.º de Maio, pois aí terão sido realizados os principais comícios e desfiles em prol do Dia Internacional dos Trabalhadores e, posteriormente, rebaptizado Praça da Independência, justificado em virtude da ocorrência óbvia: nesse lugar, foi proclamada a independência da República Popular de Angola, no dia 11 de Novembro de 1975. As duas máximas aí proferidas pelo Presidente/Poeta, conformam o que chamo de testamento político do primeiro Presidente da República Popular de Angola (1975-1979).
Fonte: Jornal de Angola
Set 29

Em “Sagrada Esperança”, Agostinho Neto adopta, na sua essência, o modo mimético, regressando à linhagem conceitual iniciada por Cesário Verde. Do modo romântico, entretanto, o poeta militante conserva a metáfora da consciência como doença, esforçando-se por lhe atribuir um significado diferente.
O poema “Mussunda Amigo”, que não deixa de ser um dos mais emblemáticos escritos poéticos de Agostinho Neto, traz em si alguns aspectos importantes para compreendermos um poeta verdadeiramente inspirado. Entre eles, há a marca preponderante da junção colectiva de um “eu” e de um outro, figurado através do personagem Mussunda, para resultar, no final do poema, em um “nós”. Este é reforçado pelo “somos”, que, por sua vez, é marcado por várias implicações, entre elas: a reelaboração da formação de uma consciência histórica; o mesclar de um hibridismo linguístico, quando o poeta, como é próprio de sua prática, circunscreve cantos da cultura angolana no corpo do poema; a presença marcante de interrogações que corroboram a problematização do passado histórico; a rememoração e o ritmo final permeado por uma esperança. Além do mais, o poeta reinvoca o passado histórico: “Lembras-te? / Da tristeza daqueles tempos / em que íamos / comprar mangas / e lastimar o destino /das mulheres da Funda, / dos nossos cantos de lamentos / dos nossos desesperos / e das nuvens dos nossos olhos / Lembras-te?” (Neto, 2016, p. 64).
Fonte: Jornal de Angola
Set 28

O processo de formação intelectual de Agostinho Neto tem uma dimensão ética que se analisa em virtudes constitutivas da sua condição de intelectual orgânico. A avaliação de tais qualidades exige um conhecimento da genealogia do seu pensamento cultural
O momento genealógico inicial situa-se na década de 40 do século XX. Pode ser observado em dois textos de opinião, publicados em “O Estandarte”, jornal da Igreja Metodista, nomeadamente “A Nova Ordem Começa em Nossa Casa” e “A Paz que Queremos”, entre 1944 e 1945. Mas é com “Instrução ao Nativo”, publicado igualmente em “O Estandarte” em 1945 e com “Uma causa psicológica: A ‘Marcha’ para o Exterior” e “Uma Necessidade”, publicados no jornal “O Farolim”, em 1946, que o discurso nacionalista revela as marcas do nativismo angolano das primeiras décadas do século XX. Justifica-se, por issso, o desenvolvimento de uma abordagem que privilegie o quadro mais amplo da história intelectual de Angola.
Agostinho Neto nasceu às cinco horas do dia 17 de Setembro de 1922 em Kaxicane, localidade da circunscrição civil de Icolo e Bengo cuja sede se encontrava situada em Catete. Nessa data, o pai, Agostinho Pedro Neto, era pastor da chamada “Missão Americana de Luanda”, tendo sido ordenado presbítero em 1925. Em 1930 a família fixa residência no Bairro Operário, em Luanda, onde seu pai assumiria a responsabilidade de chefiar o colectivo local de pastores da Igreja Metodista.
Fonte: Jornal de Angola
Set 25

A 23ª edição do Festival da Canção de Luanda acontece hoje, às 21h00, no Centro de Produção da TPA, no Camana, em Luanda, e homenageia as novas tecnologias de informação e comunicação no formato de programa de televisão “live”, numa rapsódia interpretada por artistas consagrados do mercado nacional.
Fonte: Jornal de Angola
Set 22

A primeira edição do projecto, “Canções da Sagrada Esperança”,decorre nos dias 24 e 25 no Parque da Independência, sob o lema, “Versos cantados da poesia de Agostinho Neto”. Para o cruzamento da trilogia, poesia, música e literatura que se pretende de periodicidade anual, foram convidados dez jovens trovadores, incluindo o consagrado cantor e compositor Dom Caetano, que vão interpretar canções sobre textos poéticos de Agostinho Neto, 1922-1979, retirados do livro épico e clássico da literatura angolana, “Sagrada Esperança”, daí a designação homónima do projecto.
Fonte: Jornal de Angola