
Tirada pela Astrofisica Carla Moura dos Santos da UCCA na Ilha do Mussulo em Luanda.
15.03.2020
Mar 16



Tirada pela Astrofisica Carla Moura dos Santos da UCCA na Ilha do Mussulo em Luanda.
15.03.2020
Mar 12
Mar 09

Em Junho do ano passado “plantei” 17 vírus em Lisboa. Tratou-se de uma exposição em Realidade Aumentada realizada em colaboração com a NextReality e apoio do Turismo de Lisboa.
As 17 esculturas, com uma forma semelhante a alguns vírus e pequenos organismos, foram criadas por um algoritmo generativo.
Na base do projeto esteve a ideia de que a Arte é um vírus e a criatividade artística aspira a tornar-se numa epidemia capaz de infetar muitas pessoas e a sociedade em geral. Perante os eventos recentes pode acrescentar-se uma outra ideia: a arte antecipa a realidade.
LM
Texto do lançamento
17 vírus invadem Lisboa. Mas não causam gripe. São obras de Arte Aumentada criadas pelo artista Leonel Moura com implementação da NextReality.
Nesta exposição pioneira a cidade transforma-se na grande tela da expressão artística do futuro. A virose é tecnológica e o seu efeito nas pessoas ambivalente. Causam, em simultâneo, fascínio e medo pelo que anunciam. Estes vírus são esculturas artificiais, mas também símbolos da transformação da cidade e, em geral, das aceleradas mudanças que se têm vindo a operar na cultura e na civilização humana.
Os 17 vírus estão espalhados por Lisboa e, também, por Sintra, Cascais, Ericeira, Sesimbra e Mafra. São estacionários, podendo ser observados de qualquer ponto de vista, registados em fotos e vídeos e partilhados nas redes sociais.
A aplicação “Lisboa Viral” pode ser descarregada gratuitamente no Google Play ou na Apple Store.
Mar 05

Ngonguita Diogo, escritora e poetisa angolana, foi convidada para participar no Festival Internacional de Poesia em Porto Rico, de 21 a 27 deste mês.
Ngonguita Diogo, pseudónimo literário de Etelvina da Conceição Alfredo Diogo, é natural do Cuanza-Norte. Tem sete livros publicados e um CD de poemas musicalizados. Foi a única representante do continente africano na VIII jornada internacional de mulheres escritoras em São José do Rio Preto, no Brasil, em 2015.
É membro da Academia de Letras do Brasil Diplomada Imortal em 2015; em 2016 foi diplomada ao “Grau Doutora em Filosofia Univérsica, Honoris Causa, CD 1 em Angola” pela mesma Academia; em 2017 ficou em segundo lugar no concurso de poesias – Elos Internacional com o poema “No Miradouro do Elos”.
Em 2018, a escritora recebeu o Título de Comendadora da Ordem dos Benfeitores Culturais da Humanidade e o Prémio Caneta de Ouro 2018, pela Federação Brasileira dos Académico das Ciências, Letras e Artes, bem como o Diploma de Mérito Cultural; é Membro da União dos Escritores Angolanos; da Liga Africana e do Movimento Lev’Arte Angola.
Fonte: Jornal de Angola
Mar 04

“Unfolding Urban Ambiguities: Prédio do Livro” é o título do projecto colaborativo e interdisciplinar que a arquitecta angolana Paula Nascimento à cabeça e os seus parceiros, nomeadamente, Jaime Mesquita, Kiluanji Kia Henda, Iris Chocolate e Ngoi Salucombo levarão à próxima Biennale Architettura2020 (Bienal Internacional de Arquitectura) que decorrerá, em Veneza, de 21 de Maio a 29 de Novembro próximo.
Fonte: Jornal de Angola
Mar 03
4-29 March, 2020 at MUNHAC ( National Museum of Natural History and Science), Lisbon
VOICES
[ for biodiversity ]
An interactive art work that broadcasts voices from the natural world in the face of the calamitous extinction of species caused by human action.
The installation is composed of a set of “cocoons” each filled with an electronic assemblage with a motion sensor, a microcontroller, a memory card, an RGB LED ring and a speaker.
When a “cocoon” detects movement, it randomly reproduces a sound of an animal stored in a mp3 library and lights up the LED.
The more people entering the room the more the environment will resemble a jungle disturbed by human presence.
“Voices” is an event integrated in the International Year of Sound