A retrospectiva de vida assente em acontecimentos positivos e negativos e a importância da valorização da matriz cultural africana é o foco da exposição de pintura e instalação “Arco-Íris”, de Guilherme Mampuya, a ser inaugurada, hoje, às 18h30, no Camões – Centro Cultural Português, em Luanda.
A promoção das artes, em especial as dramáticas, ganha maior abrangência, a partir de hoje, às 16h00, com a reabertura da sala de espectáculos da Companhia Horizonte Njinga Mbande.
Curated by Moad Musbahi as part of ‘In 20/20’, a programme directed by Ana Maria Nicolaescu
AA Gallery
23/1/2020 – 21/2/2020
24 January until 21 February inclusive.
Private View on Thursday 23 January
Opening Hours: Monday – Saturday 10.00 – 18.00
For Farocki, the distinction between the documentary and the fictional film lay in the movement of the camera as it tracks its subject: the subject is unpredictable, the documentarian pursues. At times the image is missed by a few frames. The perspective is corrected and returned. This logic of pursuit in Harun Farocki’s Parallel 1-4 (2012-2014) is tested as the camera disappears in the face of the computer-generated images that are being documented. What is being tracked here is not a visible subject as such, but the operational figure of the coder, of the hardware engineer. The missed frames are replaced by the simulation error, the badly executed routine, when the reality-effect momentarily slips away from the real.
Projeto acadêmico no México promove a criação de jardins com flores para permitir a sobrevivência do colibri na capital do país.
Um pequeno jardim emerge em meio a uma selva de concreto em Iztapalapa, na zona leste da Cidade do México.
Entre o asfalto das vias expressas, uma árvore solitária dá as
boas-vindas ao Instituto de Ensino Médio Superior da Universidade
Nacional Autônoma do México (UNAM).
Os órgãos sociais da Organização Não Governamental (ONG), de natureza cultural multidimensional, denominada “Pro-Cult Angola”, tomam posse, hoje, às 17h00, na galeria Talatona Art, no Shopping Talatona, na capital.
Um espectáculo de música e dança folclórica é realizado no próximo dia 12, às 15h00, na localidade de Zambela, município de Icolo e Bengo, pelo grupo Idimakaji, para saudar o 23º aniversário da fundação do colectivo.
A divulgação e valorização da sétima arte de produção nacional integra a programação do Espaço Aplausos, na Cidade do Sequele, município de Cacuaco, em Luanda, que passa a exibir mensalmente um filme angolano.
Uma noite de ritmos quentes vai encher o auditório da UCCLA no dia 21 de fevereiro, às 21h30, ao som do cantor e compositor moçambicano Malenga, que traz consigo a essência da tradição Makonde.
Biografia:
Simão Williamo, de nome artístico Malenga nasceu na aldeia de Mualela, na província de Cabo Delgado, em Makonde, Moçambique. Tinha 10 anos quando viu, pela primeira vez, uma guitarra e, dois anos depois, decide que devia criar uma música original. Aos 17 anos mudou-se para Maputo, onde iniciou a sua formação na Escola Nacional de Música, onde aprendeu a tocar piano e guitarra clássica.