Out 30

Estilista Dizzy Diddy distinguido nos EUA

O estilista angolano Dizzy Diddy, residente há mais 25 anos nos Estados Unidos, foi distinguido melhor empreendedor de moda do ano, edição 2024, dos prémios Afro Awards, em Hollywood, cidade de Los Angeles.
Dizzy Diddy referiu ainda que os trabalhos artísticos desenvolvidos nos EUA, têm ajudado a dar maior visibilidade às comunidades africanas, em Los Angeles. Para o estilista, a abordagem na moda é combinar a responsabilidade social com o entretenimento.
O criador angolano revelou, que o prémio é uma honra para os angolanos, que vê mais um dos seus filhos a ser distinguido num dos melhores mercados da moda e das artes do mundo. “Esse reconhecimento não é apenas pelo meu trabalho, mas representa o esforço colectivo de todos que acreditam em um futuro melhor para as nossas comunidades na diáspora”.
Natural de Luanda, Dizzy Diddy cresceu nos bairros Hoji-ya-Henda e Operário. Viveu a infância e grande parte da adolescência em França e nos Estados Unidos. O primeiro trabalho discográfico da carreira, “Dizzillumination”, com 10 faixas, foi lançado em 2014.
Depois de se destacar no panorama musical no país, através do Angola Music Awards, edição 2016, em que foi o vencedor na categoria “Músico Mais Popular da Internet”, Dizzy Diddy lançou o novo CD “Afro-Trap Kumbela”, uma fusão de afro-beat, com o trap, no mesmo ano.
Lançou em Los Angeles, no ano de 2008, a marca de moda “Felifeli”. Quatro anos depois recebeu convite para participar no desfile de moda em Paris, no “Paris Fashion Week”, onde apresentou a colecção “Felifeli”, na presença dos mais conceituados agentes da indústria mundial da moda.

Fonte: Jornal de Angola

Out 29

Obras inéditas de Picasso expostas no Centro Cultural Manuel Rui

Uma exposição de 28 obras litográficas e gravuras inéditas do artista plástico espanhol Pablo Picasso foi inaugurada, na cidade do Huambo, uma iniciativa da Empresa Nacional de Seguros de Angola (ENSA), em colaboração com o Reino da Espanha, através da sua embaixada em Angola.
A inauguração, que decorreu no Centro Cultural Manuel Rui Monteiro, desde a passada sexta-feira até 20 de Novembro, contou com a presença de artistas plásticos, políticos, académicos, músicos, autoridades tradicionais, jornalistas, poetas, membros da sociedade civil entre outras figuras ligadas às artes.
A exposição litográfica e gravuras do artista espanhol Pablo Picasso apresenta duas colecções, sendo a primeira, “O enterro do Conde de Orgaz” e a “Flauta dupla”, pertencentes a Fundação Universitária Ibero-americana (FUNIBER), que emprestou os quadros do pintor espanhol produzidos entre os anos de 1930 a 1968.

Fonte: Jornal de Angola

Out 28

Projecto cultural incentiva a criatividade das mulheres

A Fundação BAI (FBAI) vai levar o projecto denominado “Mãos, Identidade e Património”, à província do Uíge, no mês de Novembro.
O anúncio foi feito durante a realização da primeira conferência sobre os “50 anos de Cultura Nacional­: Presente e Futuro”. Tchissola Mosquito disse que o projecto é de olaria e está voltado para as artes antigas.
O projecto , reforçou, é uma iniciativa da Fundação BAI com a Associação de Oleiras que se encontra numa aldeia da província do Uíge chamada Zambi. “Tivemos o conhecimento que já existia esta organização de mulheres que trabalham com olaria, por isso decidimos dar-lhe as ferramentas necessárias para que transformassem os seus produtos e de seguida comercializar na província, no país ou em outros continentes”.

Fonte: Jornal de Angola

Out 24

José Luís Mendonça

José Luís Mendonça

Prémio Guerra Junqueiro
Lisboa

Out 21

Pedro Rodrigues distinguido no Dia Nacional da Cultura de Cabo Verde

O músico e compositor cabo-verdiano residente em Angola, Pedro Rodrigues, foi distinguido, no acto da comemoração do Dia Nacional da Cultura de Cabo Verde, pelo contributo no desenvolvimento das artes do seu país, sobretudo na música.
Em declarações ao Jornal de Angola disse que se sente honrado pelo reconhecimento da Embaixada e da comunidade cabo-verdiana. Quanto à cultura cabo-verdian afirmou ser o papel mais importante da comunidade, porque é através dela que se define o povo cabo-verdiano. “Em Angola tem uma comunidade de cabo-verdianos muito grande que permitiu uma maior aproximação permanente com a nossa cultura”.

Fonte: Jornal de Angola

Out 17

Luso-angolana Nélia dos Santos vence prémio em Espanha

A fotógrafa luso-angolana Nélia dos Santos Azevedo é a vencedora do Prémio PHE Descobertas 2024 pelo seu projecto ‘Marimbar’.
Nesta obra, Nélia dos Santos tece histórias que conectam a África e a América através da diáspora africana. “A minha mãe era africana. Sou filha da descolonização. Minha pele é branca para os negros e minha cultura é negra para os brancos. Eu cresci em um mundo que não me aceitava em nenhum deles.”
Marimbar” é um projecto que surge da reflexão de um sentimento de pertença, tem como objectivo debater o trauma colonial. Nele a história pessoal do autor se entrelaça com a de tantas outras pessoas, tecendo uma narrativa dinâmica em constante (re)interpretação, criando pontes para revisitar a história, reconhecendo diferentes perspectivas e construindo outras narrativas mais conscientes e presentes.
O título do projecto refere-se à Marimba, um instrumento musical que viajou com a diáspora africana no século XV, originário de Angola. Hoje em dia, a palavra Marimbar é de uso comum em Portugal, perdendo a força da sua origem e adquirindo outro significado: subestimar a importância de uma acção específica.

Fonte: Jornal de Angola

Out 16

Peça “Onde o vento não sopra” de regresso ao palco do Memorial

A Companhia de Dança Contemporânea de Angola (CDCA) abre sexta-feira, às 19h00, no Memorial Dr. António Agostinho Neto (MAAN), em Luanda, a segunda temporada de 2024, com a reposição da peça “Onde o vento não sopra”, após uma primeira época com casas cheias e aplausos de pé.
A peça, com a duração aproximada de uma hora, volta a ser exibida no sábado e domingo, à mesma hora e local. O espectáculo aborda os terrenos da emigração, onde o aumento da pobreza, as catástrofes naturais e as guerras reais e iminentes obrigam milhares de pessoas a deslocações massivas à procura de melhores condições de vida.

Fonte: Jornal de Angola

Out 15

Festival de Cinema Pan-Africano com edição dedicada a Angola

O director do Festival de Cinema Pan-Africano de Londres, Ne Kunda Nlaba, garantiu ao Jornal de Angola, que os preparativos da segunda edição desta mostra de filmes correm muito bem, tendo avançado que vão participar representantes de 43 países, concretamente africanos, europeus e americanos.
O director avançou que o festival acontecerá de 18 a 25 deste mês, no cinema West Picturehouse, em Londres, capital da Inglaterra.
“Temos toda a logística preparada e os filmes agendados para que tudo aconteça. O festival inclui diversas actividades. Além da exibição de filmes, temos música, dança, painéis de cinema e um espaço expositivo de produtos e obras de arte. Estamos ansiosos por receber cineastas da Inglaterra mas também de vários países do mundo”
Quanto aos países africanos que estarão representados nesta edição, num total 43 filmes seleccionados, respectivamente 10 longas-metragens de ficção, 8 longas-metragens de documentários, 12 curtas-metragens de ficção, 10 curtas-metragens de documentários, dois filmes de animação e uma série de TV/Web, representando vinte e cinco países.

Fonte: Jornal de Angola

Out 14

Obra de Lino Damião patente na exposição “Sôcolos rios que vão”

Em celebração aos 500 anos do nascimento de Luís de Camões foi inaugurada na sexta-feira, em Lisboa, a exposição “Sôcolos rios que vão, Babilónia, achei”.
A obra do angolano Lino Damião está entre os onze trabalhos que ficam patentes até ao dia 29 de Outubro, na galeria do Instituto Camões, em Lisboa.
Com Lino Damião participam Amadeo Carvalho (Cabo Verde), António Faria (Portugal), Arturo Bitaung (Guiné Equatorial), António Mil Homens (Macau), Osias André (Moçambique), João Coutinho (Goa), Gabriela Carrascalão (Timor Leste), Mónica Mindelis (Brasil), Waldemar Dória (São Tomé e Príncipe) e Young Nuno (Guiné Bissau).
A exposição tem a curadoria do português, Miguel Meruje e do cabo-verdiano, Ricardo Vicente e tem como foco a comemoração dos 500 anos do nascimento de Luís de Camões. A curadoria propôs os versos do poeta, que fazem referência a Babel, símbolo da diversidade de idiomas e que são usados como uma metáfora potente para a promoção do encontro e da pluralidade, num gesto emancipado de ideologias retrógradas, onde as significações se tornam mais instáveis ou suspensas.

Fonte: Jornal de Angola

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