Nov 03

Criativos angolanos na lista Keep Walking Africa Top 30 2023

Os artistas plásticos angolanos, Kim Praise e Resem Verkron, estão entre os galardoados na Keep Walking: Africa Top 30 List 2023.
Artisticamente, Praise analisa a inocência da juventude angolana, no contexto das suas difíceis circunstâncias socioeconómicas, bem como as mulheres angolanas, a que chama “os pilares da nossa nação”, juntamente com fotografias que captam a beleza natural de Angola.

Fonte: Jornal de Angola

Nov 02

Exposição de Clotilde Fava

Out 31

Angola vence concursos de danças urbanas na África do Sul

Os angolanos Elias Candieiro, Wilson Cuteta e Joseph Dias conseguiram chegar ao pódio num campeonato internacional de danças urbanas, na categoria Breaking da Global Dance Supreme, que decorreu no auditório de Linder da Universidade Wit Wat Rand Park Town, na África do Sul, derrubando a equipa da África do Sul, após terem participado em três ocasiões.

Fonte: Jornal de Angola

Out 30

Pinturas corporais carregam marcas de identidade cultural

As pinturas corporais são manifestações artísticas utilizadas pelos seres humanos desde os tempos mais remotos. O corpo constitui um suporte para a expressão em diversas civilizações, de diferentes lugares do planeta e em tempos distintos.A pintura corporal é uma expressão de grande importância para a maioria dos grupos étnicos.
As populações africanas também lançam mão às pinturas no corpo como uma importante expressão cultural ligada geralmente à religiosidade e posições hierárquicas no grupo.O acto de se pintar ritualmente é, ainda, uma forma de expressar os valores da cultura de um grupo étnico. Além da relevância estética, as pinturas traduzem usos, costumes, saberes e tradições ancestrais, obedecendo a preceitos simbólicos e ritualísticos passados de geração para geração.

Fonte: Jornal de Angola

Out 25

Amadeo Carvalho expõe paródia pela primeira vez em Lisboa

O artista plástico cabo-verdiano Amadeo Carvalho expõe, pela primeira vez, em Lisboa, com a colecção “Mandinga – Uma paródia mal contada”, que vai ficar patente ao público no Centro Cultural Cabo Verde (CCCV) durante seis meses.
“Essa colecção surgiu na sequência da viagem da minha mulher a Cabo Verde que teve a oportunidade de vivenciar essa paródia e quando regressou a Londres propôs essa ideia. A partir dali, começamos a fazer pesquisa, porque não sabia nada e tinha uma outra percepção. Mas, mandinga significa ser guerreiro todos os dias”
“Para mim é um grande privilégio, porque tenho feito exposição em outros países da Europa, mas em Portugal é diferente. Desde que comecei a fazer a minha arte, pinto o meu povo. O meu forte é captar expressões das pessoas e tentar fazer com que as pessoas que visitam as minhas obras consigam entrar naquele momento que está representado no quadro”

Fonte: Jornal de Angola

Out 23

Exposição colectiva junta obras de “Novíssimos e “Precursores”

A galeria Plano B e a Ocirema inauguraram na Marginal de Luanda, a exposição colectiva de artes plásticas intitulada “Novíssimos”.
As obras são das modalidades pintura, escultura, cerâmica, fotografia, vídeo, instalação e performance, dos artistas Alberto Faz Tudo, Armindo Bambi, Bruno Afonso, Carlos Oliveira, Dárcio Barbosa, Dulce Gomes, Ely Inglês, Geovani Tady, José Kossi, Tomás Konde, Helena Garcia, Lacerda Jamba, Jonh, Kwanzambi, Mara Báoba, Márcia Simão, Eduardo Luemba e Frederico Binda.
A exposição termina dia 3 de Novembro, e serve para divulgação dos trabalhos de artistas emergentes.

Fonte: Jornal de Angola

Out 20

Inaugurada exposição de arte africana em Luanda

A Africell Angola inaugurou, em Luanda, o espaço denominado “10.ª”, um estúdio e galeria de arte, com uma exposição de esculturas, fotografias e literatura, provenientes de toda a África Lusófona
O 10.ª é uma iniciativa da Africell Impact Foundation, foi pensado para ser o lar da colecção de arte africana contemporânea da rede de telecomunicações, para proporcionar aos artistas angolanos e de outros cantos de África que queiram promover o seu trabalho um ambiente inspirador, tecnologicamente avançado e acolhedor.
A exposição destaca a interacção entre diferentes meios de comunicação e indirectamente o poder das conexões geradas através das telecomunicações.

Apresenta, ainda, obras esculturais de Gonçalo Mabunda, artista moçambicano famoso por criar objectos a partir de restos de instrumentos militares; uma selecção de fotografias da angolana Paula Agostinho; e uma colaboração multidisciplinar entre o fotógrafo espanhol Jordi Burch, radicado em Lisboa, e o célebre escritor angolano, Ondjaki, radicado em Luanda.

Fonte: Jornal de Angola

Out 18

Projeto “Almada na Rota do Oriente”

No âmbito do projeto “Almada na Rota do Oriente” – projeto de Almada Mundo Associação Internacional e do Centro Cultural Fernão Mendes Pinto – vai começar, no 18 de outubro, um vasto programa intercultural, com exposições, conferências, apresentações, ciclo de cinema, espetáculos, momentos de música e muito mais. Esta iniciativa conta com o apoio da UCCLA.
No primeiro dia haverá, a partir das 18 horas, o programa “Cantar Macau” – um espetáculo com o Duo “A Outra Banda” e Leonor Arrimar – e “Viagem dos Sons” um apontamento por José Moças.
A iniciativa “Almada na Rota do Oriente”, que decorrerá no Centro Cultural Fernão Mendes Pinto (sito na Travessa dos Moinhos, Pragal, Almada), contará com uma programação bastante diversificada até maio de 2024.

Veja aqui toda a programação do Projeto “Almada na Rota do Oriente”

Fonte: UCCLA

Out 17

Artista camaronês Hako Hankson expõe “Silent Lives” no L’Atelier 21

O artista camaronês Hako Hankson expõe, pela primeira vez, na galeria de arte L’Atelier 21, em Casablanca, com a mostra intitulada “Vidas Silenciosas”.
Hako Hankson

Percurso do artista
Hako Hankson nasceu em 1968 em Bafang, uma cidade dos Camarões, localizada na província de Ouest. A obra de Hako Hankson é uma verdadeira ode ao passado e aos mitos das antigas civilizações africanas.
O artista transcreve, com legitimidade, a história dos ritos ancestrais, conferindo-lhes uma ressonância temporária.
Crescendo, rodeado de crenças distantes, embalados por canções, por dialectos, por poetas ao estilo de Homero, os afrescos de Hako Hankson substituem a palavra falada e têm uma verdadeira função didáctica.
Estas janelas abertas para o passado são lembretes que permitem aos actores do presente não cometer os erros do passado.
É justamente para definir esta nova africanidade que o artista se coloca como intermediário de um mundo invisível e secreto e utiliza elementos visuais emblemáticos de artistas mundialmente famosos, mas estranhos ao seu país e aos seus costumes.
África é conhecida pela sua transmissão através da oralidade, uma herança de histórias e canções intangíveis. Além disso, neste mundo tão codificado que é a corte, não podemos falar de canções sem falar de dança, teatro de marionetas, “ícones” ou ritos misteriosos, transe por evocação e cerimónias. Através da sua pintura, o artista glorifica e estiliza o esteticismo negro misturando temporalidade e cores vivas sem cair na vulgaridade ou “clichê” de uma pintura africana muito colorida.

Fonte: Jornal de Angola

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