Out 23

Exposição colectiva junta obras de “Novíssimos e “Precursores”

A galeria Plano B e a Ocirema inauguraram na Marginal de Luanda, a exposição colectiva de artes plásticas intitulada “Novíssimos”.
As obras são das modalidades pintura, escultura, cerâmica, fotografia, vídeo, instalação e performance, dos artistas Alberto Faz Tudo, Armindo Bambi, Bruno Afonso, Carlos Oliveira, Dárcio Barbosa, Dulce Gomes, Ely Inglês, Geovani Tady, José Kossi, Tomás Konde, Helena Garcia, Lacerda Jamba, Jonh, Kwanzambi, Mara Báoba, Márcia Simão, Eduardo Luemba e Frederico Binda.
A exposição termina dia 3 de Novembro, e serve para divulgação dos trabalhos de artistas emergentes.

Fonte: Jornal de Angola

Out 20

Inaugurada exposição de arte africana em Luanda

A Africell Angola inaugurou, em Luanda, o espaço denominado “10.ª”, um estúdio e galeria de arte, com uma exposição de esculturas, fotografias e literatura, provenientes de toda a África Lusófona
O 10.ª é uma iniciativa da Africell Impact Foundation, foi pensado para ser o lar da colecção de arte africana contemporânea da rede de telecomunicações, para proporcionar aos artistas angolanos e de outros cantos de África que queiram promover o seu trabalho um ambiente inspirador, tecnologicamente avançado e acolhedor.
A exposição destaca a interacção entre diferentes meios de comunicação e indirectamente o poder das conexões geradas através das telecomunicações.

Apresenta, ainda, obras esculturais de Gonçalo Mabunda, artista moçambicano famoso por criar objectos a partir de restos de instrumentos militares; uma selecção de fotografias da angolana Paula Agostinho; e uma colaboração multidisciplinar entre o fotógrafo espanhol Jordi Burch, radicado em Lisboa, e o célebre escritor angolano, Ondjaki, radicado em Luanda.

Fonte: Jornal de Angola

Out 18

Projeto “Almada na Rota do Oriente”

No âmbito do projeto “Almada na Rota do Oriente” – projeto de Almada Mundo Associação Internacional e do Centro Cultural Fernão Mendes Pinto – vai começar, no 18 de outubro, um vasto programa intercultural, com exposições, conferências, apresentações, ciclo de cinema, espetáculos, momentos de música e muito mais. Esta iniciativa conta com o apoio da UCCLA.
No primeiro dia haverá, a partir das 18 horas, o programa “Cantar Macau” – um espetáculo com o Duo “A Outra Banda” e Leonor Arrimar – e “Viagem dos Sons” um apontamento por José Moças.
A iniciativa “Almada na Rota do Oriente”, que decorrerá no Centro Cultural Fernão Mendes Pinto (sito na Travessa dos Moinhos, Pragal, Almada), contará com uma programação bastante diversificada até maio de 2024.

Veja aqui toda a programação do Projeto “Almada na Rota do Oriente”

Fonte: UCCLA

Out 17

Artista camaronês Hako Hankson expõe “Silent Lives” no L’Atelier 21

O artista camaronês Hako Hankson expõe, pela primeira vez, na galeria de arte L’Atelier 21, em Casablanca, com a mostra intitulada “Vidas Silenciosas”.
Hako Hankson

Percurso do artista
Hako Hankson nasceu em 1968 em Bafang, uma cidade dos Camarões, localizada na província de Ouest. A obra de Hako Hankson é uma verdadeira ode ao passado e aos mitos das antigas civilizações africanas.
O artista transcreve, com legitimidade, a história dos ritos ancestrais, conferindo-lhes uma ressonância temporária.
Crescendo, rodeado de crenças distantes, embalados por canções, por dialectos, por poetas ao estilo de Homero, os afrescos de Hako Hankson substituem a palavra falada e têm uma verdadeira função didáctica.
Estas janelas abertas para o passado são lembretes que permitem aos actores do presente não cometer os erros do passado.
É justamente para definir esta nova africanidade que o artista se coloca como intermediário de um mundo invisível e secreto e utiliza elementos visuais emblemáticos de artistas mundialmente famosos, mas estranhos ao seu país e aos seus costumes.
África é conhecida pela sua transmissão através da oralidade, uma herança de histórias e canções intangíveis. Além disso, neste mundo tão codificado que é a corte, não podemos falar de canções sem falar de dança, teatro de marionetas, “ícones” ou ritos misteriosos, transe por evocação e cerimónias. Através da sua pintura, o artista glorifica e estiliza o esteticismo negro misturando temporalidade e cores vivas sem cair na vulgaridade ou “clichê” de uma pintura africana muito colorida.

Fonte: Jornal de Angola

Out 12

Festival inclusivo de artes “No Meu Mundo’’

O Festival inclusivo de artes, intitulado “No Meu Mundo”, está marcado para quinta-feira, 12, até 29 deste mês, no instituto cultural Camões, em Luanda, com inauguração da exposição “Territórios Culturais”
Baseado numa ideia do artista Isis Hembe, levado a cabo pelo Goethe Institut, o festival inclusivo traz uma programação com vários eventos e uma exposição composta por dois projectos que se fundem.
Os projectos que têm origem em Angola e Portugal apresentam traços culturais dos povos angolanos, desde as danças, aos rituais de passagem, às cerimónias fúnebres, à pesca artesanal, à colheita e à transformação de frutos até à espécie mais antiga do mundo, a Welwitschia Mirabilis.
Com curadoria de Jardel Selele e Eduarda Oliveira, “Territórios Culturais” apresenta obras de 11 artistas (angolanos e portugueses), nomeadamente, António Arriscado, Ana Paula Berteolli, Daniel Caputo, Edilazio Neto, Eliana Calei, Erika Jamêce, Eusébio Dias, Irene Felizardo, Ismael Sequeira, Morais Mungenga e Vopsi Moma.
A exposição “Territórios Culturais” teve origem no projecto Realces, promovido pela Associação Internacional de Luso Descendentes (AILD) em colaboração com a Associação Irís Incusiva Portugal, cuja missão é contribuir activamente para a inclusão social de pessoas cegas e de baixa visão.

Fonte: Jornal de Angola

Out 11

René Tavares expõe em Londres

A exposição, cujas obras ficam patentes até ao próximo dia 29, faz uma incursão à diásporas africana.
A curadoria é da arquitecta Paula Nascimento, vencedora do Leão de Ouro para Melhor Participação Nacional, na Bienal de Veneza 2013, apresenta um conjunto de mais de 10 obras, entre as quais sete inéditas, e uma instalação.
As peças resultam de um processo de produção e pesquisa que atravessa os domínios da fotografia de arquivo e da pintura, e a instalação “Piá mú”, a qual integra um conjunto de três obras já apresentadas em Portugal.
A exposição reflecte, também, as formas de miscigenação que ocorreram, assim como o processo criativo do artista ao ritmo de uma mestização que sobrepõe tempos, lugares e suportes, diluindo as fronteiras estanques entre domínios.
Gênese
O título resgata uma expressão idiomática portuguesa antiga, “para inglês ver”, usada pelo artista de forma eloquente para explorar questões históricas e sociopolíticas que moldaram o processo de construção identitário de muitas nações africanas.
O termo “para o inglês ver” surgiu na década de 1830, no Brasil, quando a Inglaterra apelou àquele país para que promulgasse legislação destinada a travar o tráfico negreiro, de formas a restringir o comércio de escravos.
No entanto, a expressão persistiu no tempo como sinónimo de superficialidade, sendo com esse mesmo sentido resgatada pelo artista para destacar temas profundamente interligados com questões históricas e sociopolíticas que moldaram a construção de várias nações africanas.

Fonte: Jornal de Angola

Out 04

Hermínio Joaquim Escórcio

Set 29

Apresentação de Condolências

Hermínio Joaquim Escórcio
Embaixador da República de Angola na Argentina
01.06.1936 – 29.09.2023

A Fundação Troufa Real-Ukuma na pessoa do seu Presidente Troufa Real, ao tomar conhecimento do falecimento do seu ilustre Irmão e Companheiro Herminio Escórcio, apresenta as mais profundas Condolências à família e a todos os amigos.

Set 26

Lançamento do livro “Rótulos Atribuídos, Rótulos Assumidos” de Jean-Michel Mabeko-Tali

O auditório da UCCLA vai acolher, dia 4 de outubro, às 18 horas, o lançamento do livro “Rótulos Atribuídos, Rótulos Assumidos – Memórias e Identidades Políticas em Angola – Da Luta Armada Anticolonial ao 27 de Maio de 1977 (1960-1977)” do historiador Jean-Michel Mabeko-Tali, que nos revela o papel instrumental das rotulações políticas, atribuídas e/ou assumidas, que justificam as motivações faccionais.
Com a chancela da Guerra e Paz Editores, a obra será apresentada por José Bastos.

Biografia do autor:
Jean-Michel Mabeko-Tali nasceu no Congo-Brazzaville. É doutorado em História pela Universidade Paris VII – Denis Diderot, mestre em Estudos Africanos pela Universidade Bordeaux III e licenciado em História e Geografia pela Universidade de Saint-Etienne, em França.
Radicado em Angola em 1976, foi docente no ensino médio e na Universidade Agostinho Neto. Em 2002, mudou-se para os Estados Unidos, onde é professor catedrático de História de África na Universidade de Howard, em Washington.
Especialista na história política de Angola e do Congo, foi membro do Comité Científico Internacional da UNESCO para o Uso Pedagógico da História Geral de África de 2009 a 2018. É habitualmente convidado para palestras em universidades africanas, europeias e brasileiras.
Autor de numerosos ensaios e artigos, bem como do livro Guerrilhas e Lutas Sociais: O MPLA Perante Si Próprio – 1960-1977 e de obras de ficção, foi distinguido, em 2022, com o Prémio Nacional de Cultura e Artes de Angola, pela carreira académica e pelos trabalhos de investigação em ciências humanas e sociais.

Fonte: UCCLA

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