Out 12

Festival inclusivo de artes “No Meu Mundo’’

O Festival inclusivo de artes, intitulado “No Meu Mundo”, está marcado para quinta-feira, 12, até 29 deste mês, no instituto cultural Camões, em Luanda, com inauguração da exposição “Territórios Culturais”
Baseado numa ideia do artista Isis Hembe, levado a cabo pelo Goethe Institut, o festival inclusivo traz uma programação com vários eventos e uma exposição composta por dois projectos que se fundem.
Os projectos que têm origem em Angola e Portugal apresentam traços culturais dos povos angolanos, desde as danças, aos rituais de passagem, às cerimónias fúnebres, à pesca artesanal, à colheita e à transformação de frutos até à espécie mais antiga do mundo, a Welwitschia Mirabilis.
Com curadoria de Jardel Selele e Eduarda Oliveira, “Territórios Culturais” apresenta obras de 11 artistas (angolanos e portugueses), nomeadamente, António Arriscado, Ana Paula Berteolli, Daniel Caputo, Edilazio Neto, Eliana Calei, Erika Jamêce, Eusébio Dias, Irene Felizardo, Ismael Sequeira, Morais Mungenga e Vopsi Moma.
A exposição “Territórios Culturais” teve origem no projecto Realces, promovido pela Associação Internacional de Luso Descendentes (AILD) em colaboração com a Associação Irís Incusiva Portugal, cuja missão é contribuir activamente para a inclusão social de pessoas cegas e de baixa visão.

Fonte: Jornal de Angola

Out 11

René Tavares expõe em Londres

A exposição, cujas obras ficam patentes até ao próximo dia 29, faz uma incursão à diásporas africana.
A curadoria é da arquitecta Paula Nascimento, vencedora do Leão de Ouro para Melhor Participação Nacional, na Bienal de Veneza 2013, apresenta um conjunto de mais de 10 obras, entre as quais sete inéditas, e uma instalação.
As peças resultam de um processo de produção e pesquisa que atravessa os domínios da fotografia de arquivo e da pintura, e a instalação “Piá mú”, a qual integra um conjunto de três obras já apresentadas em Portugal.
A exposição reflecte, também, as formas de miscigenação que ocorreram, assim como o processo criativo do artista ao ritmo de uma mestização que sobrepõe tempos, lugares e suportes, diluindo as fronteiras estanques entre domínios.
Gênese
O título resgata uma expressão idiomática portuguesa antiga, “para inglês ver”, usada pelo artista de forma eloquente para explorar questões históricas e sociopolíticas que moldaram o processo de construção identitário de muitas nações africanas.
O termo “para o inglês ver” surgiu na década de 1830, no Brasil, quando a Inglaterra apelou àquele país para que promulgasse legislação destinada a travar o tráfico negreiro, de formas a restringir o comércio de escravos.
No entanto, a expressão persistiu no tempo como sinónimo de superficialidade, sendo com esse mesmo sentido resgatada pelo artista para destacar temas profundamente interligados com questões históricas e sociopolíticas que moldaram a construção de várias nações africanas.

Fonte: Jornal de Angola

Out 04

Hermínio Joaquim Escórcio

Set 29

Apresentação de Condolências

Hermínio Joaquim Escórcio
Embaixador da República de Angola na Argentina
01.06.1936 – 29.09.2023

A Fundação Troufa Real-Ukuma na pessoa do seu Presidente Troufa Real, ao tomar conhecimento do falecimento do seu ilustre Irmão e Companheiro Herminio Escórcio, apresenta as mais profundas Condolências à família e a todos os amigos.

Set 26

Lançamento do livro “Rótulos Atribuídos, Rótulos Assumidos” de Jean-Michel Mabeko-Tali

O auditório da UCCLA vai acolher, dia 4 de outubro, às 18 horas, o lançamento do livro “Rótulos Atribuídos, Rótulos Assumidos – Memórias e Identidades Políticas em Angola – Da Luta Armada Anticolonial ao 27 de Maio de 1977 (1960-1977)” do historiador Jean-Michel Mabeko-Tali, que nos revela o papel instrumental das rotulações políticas, atribuídas e/ou assumidas, que justificam as motivações faccionais.
Com a chancela da Guerra e Paz Editores, a obra será apresentada por José Bastos.

Biografia do autor:
Jean-Michel Mabeko-Tali nasceu no Congo-Brazzaville. É doutorado em História pela Universidade Paris VII – Denis Diderot, mestre em Estudos Africanos pela Universidade Bordeaux III e licenciado em História e Geografia pela Universidade de Saint-Etienne, em França.
Radicado em Angola em 1976, foi docente no ensino médio e na Universidade Agostinho Neto. Em 2002, mudou-se para os Estados Unidos, onde é professor catedrático de História de África na Universidade de Howard, em Washington.
Especialista na história política de Angola e do Congo, foi membro do Comité Científico Internacional da UNESCO para o Uso Pedagógico da História Geral de África de 2009 a 2018. É habitualmente convidado para palestras em universidades africanas, europeias e brasileiras.
Autor de numerosos ensaios e artigos, bem como do livro Guerrilhas e Lutas Sociais: O MPLA Perante Si Próprio – 1960-1977 e de obras de ficção, foi distinguido, em 2022, com o Prémio Nacional de Cultura e Artes de Angola, pela carreira académica e pelos trabalhos de investigação em ciências humanas e sociais.

Fonte: UCCLA

Set 25

Guerra civil relatada em metais reciclado

O artista plástico moçambicano Gonçalo Mabunda apresenta 9 esculturas em metal, patente desde sexta-feira no Espaço Luanda Arte (ELA), na baixa da cidade capital.
As obras reflectem o trágico ambiente da guerra civil que assolou Moçambique entre os anos 70 e 80, do século passado.
Para a criação das obras, o autor utilizou armas modelo AKM, munições, carregadores de munições, e tantos outros materiais (armas de fogo) utilizados na guerra.
Gonçalo Mabunda ressaltou que tem trabalhado já alguns anos e de forma recorrente, aludindo ao interesse do mundo ocidental em coleccionar arte tradicional africana.

Fonte: Jornal de Angola

Set 22

Sons do Azerbaijão “invadem” a Fundação Arte e Cultura

Cantor Sahib Pashazade dá concerto na Ilha do Cabo © Fotografia por: DR

O músico e maestro Sahib Pashazade, da República do Azerbaijão, vai actuar, no sábado, a partir das 18h00, na Fundação Arte e Cultura (FAC), em Luanda, num concerto denominado “Sons Unidos-Angola e Azerbaijão”, uma iniciativa daquela instituição cultural.
Perfil do autor
Sahib Pashazade, nascido a 24 de Outubro de 1980, em Baku, é um virtuoso internacionalmente aclamado do Tar (guitarra típica do Azerbaijão), um artista honrado na República do Azerbaijão, vencedor dos prémios presidenciais do seu país, nos anos de 2011 e 2018, laureado com medalha do progresso (2020) e vencedor de muitas competições internacionais.
Em 2008, foi apelidado de “Paganini do Tar” no Festival Internacional de Música de Niagara, uma cidade do Canadá, e recebeu o título honorífico de “The Mirza” em 2015. Ainda em 2019, na França, recebeu a medalha da cidade de Carrieres-Sous-Poissy, um ano antes, em Varsóvia, venceu o prémio “100 anos de Independência das Repúblicas da Polónia e Azerbaijão.
Pashazade é um dos artistas de Mugham mais famoso, realizou vários concertos nas principais salas de música do mundo.
O virtuoso do Tar tornou-se o primeiro músico instrumental a receber o grande prémio, em 2017, na história do famoso festival “Sharq Taronaliri” em Samarcanda, Uzbequistão e o primeiro tocador de Tar, com a Orquestra Sinfónica Svetlanou da Rússia, gravada e transmitida pelo Mezzo.

Fonte: Jornal de Angola

Set 21

Lançamento das obras de Manuel Américo Gonçalves da Silva

Set 20

Lançamento do livro

Esta é a novidade que vos apresentamos neste mês. Este livro constitui, já, um documento de imensa importância para estudar a obra do seu autor. «Eu à sombra da figueira da Índia» é o primeiro romance publicado por Alberto Oliveira Pinto, em 1983, quando tinha 21 anos. Passa-se nos anos de 1960 na Cidade Alta de Luanda, literalmente à sombra duma figueira da Índia.
Traz um excelente prefácio assinado pela Professora Érica Antunes. A fotografia da capa desta nova edição, onde se pode ver parte da Cidade Alta de Luanda nos anos de 1960, foi tirada pelo pai do autor, a partir da casa do muito referido Beco do Balão. 
A apresentação está para breve. Muito breve!
𝐄𝐋𝐈𝐕𝐔𝐋𝐔 𝐄𝐝𝐢𝐭𝐨𝐫𝐚,
𝐋𝐞𝐫 𝐜𝐨𝐦 𝐥𝐢𝐛𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞!

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