Dez 22

Artistas mostram quotidiano e diversidade cultural angolana

Embaixador de Angola no Quénia, Sianga Abílio, recebeu explicações detalhadas sobre as obras do curador Mpambukidi © Fotografia por: Alberto Costa

A diversidade cultural angolana, em particular, e africana, no geral, é reflectida nas 75 obras patentes, desde a noite de terça-feira, na mostra colectiva intitulada “De Mãos Dadas Rumo ao Futuro”, que fica aberta ao público até ao dia 15 de Janeiro, na sala de exposições no Edifício Kilamba, na Marginal de Luanda.

Participam da exposição artistas plásticos consagrados e da nova geração como Álvaro Macieira, Van, Adão Mussungo, Mpambukidi Nlunfidi, Bolondo Mbongo, Júlio Mbaki, Jeovane Tadi, Lema Yuma, Matondo Alberto, Masongi Afonso, Marley Nkosi, Neemias Kiala, Pemba, Pedro Maasisa, Surene Fernanda e Tata Bernardo.

Das 75 obras, 33 são quadros de pintura, 21 são peças de esculturas, sendo 13 de madeira e oito de bronze. Na maioria dos trabalhos, os criadores recorreram as técnicas do impressionismo, abstracto e realismo para dar vida a imaginação e transmitir menagens de amor, alegria, serenidade, paz e tristeza.

Fonte: Jornal de Angola

Dez 21

Artista nigeriano transforma chinelos velhos em arte de parede

O artista nigeriano Konboye Ebipade Eugene procura chinelos de plástico nas lixeiras a céu aberto, principal fonte de poluição de plásticos na Nigéria, e transforma-os em retratos de mosaicos multicolores da comunidade local.
“Quase toda a gente tem um par [de chinelos] em casa. Quando as pessoas acabam de usar estes objectos, o que é que fazem com eles? Deitam-nos fora”, disse Eugene.
“Alguns destes artigos acabam enterrados no solo, outros acabam no oceano. Os que são enterrados no solo afectam as plantas, os que acabam no oceano afectam a vida marinha porque alguns são confundidos com comida”, salientou.

Fonte: Jornal de Angola

Dez 20

Inauguração da exposição “Small Island Landscape” de Yuran Henrique

A exposição “Small Island Landscape” de Yuran Henrique, no CCCV – Centro Cultural Cabo Verde. A exposição, que estará patente ate ao dia 7 de fevereiro de 2023, conta com o apoio da UCCLA.
“Small Island Landscape”

Esta exposição surge no contexto da residência artística que Yuran Henrique fez no CCCV e na sequência da iniciativa dedicada a jovens emergentes “Africa no Filter 2022”.
A exposição foi desenvolvida a partir da natureza de fenómenos originados coletivamente, através de pintura e peças têxteis, e realizada uma pesquisa sobre os espaços de convívio, focada no estudo profundo sobre um tipo de iconografia popular que só pode se desenvolver por meio de processos complexos do crescimento social.
Foram reproduzidas representações de um diálogo plural e agitado, cujos entendimentos estão sempre em transformação, percorrendo múltiplos fluxos de consciência, criando fábulas provincianas na tensão entre a liberdade da escolha aleatória e a precisão de uma meticulosa composição.
Estão patentes narrativas que questionam formas hegemónicas de conhecimento; cânones universais com banalidades quotidianas; símbolos universais com temas regionais. Torna-se possível questionar a forma como distribuímos os nossos afetos, reconfigurando as nossas sensibilidades para com o que nos cerca e promovendo possibilidades de interação social. As análises das narrativas coloniais e a desconstrução. Os elementos do mundo em que vivemos, hoje, permitindo-nos emergirem e calibrar a nossa diversidade, que envolve camadas de espaço e tempo, e ordens de representação da memória, avançando para novas dimensões contemplativas.
 

Yuran Henrique

Nasceu na ilha de São Vicente, em Cabo Verde, em 1993. Artista multifacetado e inventivo que explora constantemente temas relacionados com a perceção e a representação, e as dinâmicas sociais contemporâneas, ao mesmo tempo que se liga fundamentalmente às qualidades afetivas de diferentes materiais.
Em 2014 mudou-se para a cidade da Praia, onde iniciou ativamente a sua carreira. Desde 2015 colabora semanalmente como cartunista no jornal Expresso das Ilhas, mostrando o seu lado mais crítico e social. Em 2016 fez parte do coletivo de artistas plásticos “Visual Arts – Cabo Verde Contemporâneo 2016”. Nesse mesmo ano realiza a sua primeira exposição individual “Artérias do Tempo”, com apoio da Câmara Municipal da Praia. Em abril de 2017 inaugura a exposição “Reversos” no Palácio Cultural Ildo Lobo, e em julho do mesmo ano participa na conceituada Bienal de Cerveira, em Portugal, para Jovens Criadores da CPLP. Em novembro desse ano realiza uma nova amostra de pintura intitulada “Mitografia” durante o festival de teatro Mindelact, no Mindelo, sua cidade natal.
Posteriormente, foi convidado pela Embaixada de Espanha a realizar uma residência artística no CAAM, Centro Atlántico de Arte Moderno, no Cabildo das Canárias, Espanha, resultando em 11 novas telas reunidas na exposição “Calendários”, de maio a julho de 2018, que foi exposto no mesmo museu.
Já em 2022 participa no programa da escola de arte Ásíkó, em Lagos, Nigéria, um programa dedicado a artistas e curadores. Também em 2022 ganha o prémio “Africa No Filter 2022 Emerging Artists Fellows”.
Mais recentemente, as suas estampas surgiram na passerelle da SPFW – São Paulo Fashion Week, onde duas modelos desfilaram com vestidos da coleção da estilista cabo-verdiana Angela Brito.
 

Morada:
CCCV – Centro Cultural Cabo Verde
Rua de São Bento, n.º 640, em Lisboa
Patente até ao dia 7 de fevereiro de 2023
A entrada é livre

Fonte: UCCLA

Dez 19

Exposição inaugurada no Shopping Fortaleza

A exposição colectiva “Partilha de Emoções e Afectos” foi inaugurada no âmbito da realização de uma jornada internacional de 16 dias de activismo contra a violência doméstica, sob o lema “Para Ela: Stop!”.
Na exposição estão patentes obras dos artistas Yola Balanga, Débora Sandjai, Oksanna Dias, Fanny Blenga, Mestre Van, Evandro Kassandeca, Danick Bumba, Rafa Mal, o Invencível, Nefwany, Giovanny Tady, Marisa Kinjica e Don Sebas, e dos Estados Unidos as obras dos artistas Andrece Brady e Charles Washington.
Os trabalhos ficarão patentes até Fevereiro de 2023 na Galeria Resiliart Angola, no Shopping Fortaleza, em Luanda, e resultam de uma pesquisa feita por artistas angolanos e americanos durante a campanha internacional dos 16 dias de activismo de luta contra a violência do género, período no qual os artistas permaneceram em residência artística durante três semanas.

Fonte: Jornal de Angola

Dez 16

Reencontro . Francisco Brennand . Assunção dos Anjos

Dez 15

Summer City Luanda junta música e humor

A edição 2022 do Festival Summer City Luanda acontece entre amanhã e domingo, no Shopping Xyami do Golfe 2, em Luanda, num espaço que procura manter a tradição ao reunir música, humor, exposição de artes e ofícios, actividades lúdicas e desportivas.
A agenda cultural inclui os concertos dos artistas Chelsea Dinorath e Cleyton M e do humorista Kotingo.

A música ambiente vai, igualmente, ganhar corpo no festival, com a selecção de temas dos Dj’s Black Spygo, Elly Chuva, O’Mix, Denomn, Cláudio do Pânico e Verigal.

Fonte: Jornal de Angola

Dez 14

Assunção Afonso Sousa dos Anjos

Com o Embaixador de Angola em Portugal Assunção dos Anjos na Fundação Troufa Real-Ukuma, Lisboa 2014

Dez 13

Apresentação de Condolências

A Fundação Troufa Real-Ukuma na pessoa do seu Presidente Troufa Real, vem por este meio expressar as sinceras condolências à família enlutada e amigos.

Assunção Afonso de Sousa dos Anjos
Ministro das Realções Exteriores Angolano, Membro do Conselho Científico da Fundação Troufa Real-Ukuma
13.02.1946 – 13.12.2022

“Era um grande amigo da Lusofonia respeitado em todo mundo admirado pela sua cultura e extrema delicadeza Poliglota recitava Camões e outros tantos poetas Lusófonos Melomano compulsivo da Boa Música. Foi um extraordinário Embaixador de Angola em Paris Espanha e Portugal bateu se sempre pela via Cultural não tivesse Estudado Direito em Coimbra.
Mais uma perda profunda para Angola e para o mundo da Lusofonia da minha parte mais um grande amigo
Condolências para toda a Família
Paz à Sua Alma”
Troufa Real

Dez 12

As misteriosas pinturas rupestres que “caíram do céu” no Namibe

Diz-se que “caíram do céu” – o significado de Tchitundo-Hulo na língua local – e encontram-se a cerca de 130 quilómetros da sede do município do Virei, província do Namibe, Sul de Angola, numa região desértica à qual se acede seguindo uma picada arenosa.

À volta, o cenário é cor de areia e o terreno é seco e pedregoso. Alguns cabritos mordiscam arbustos raquíticos e são visíveis os ‘sambos’ (currais circulares fechados com ramos) dos pastores mucabais que ali habitam, invisíveis, mas vigilantes, sempre atentos aos visitantes.

Os especialistas estimam que os autores tenham sido khoisan ou cuisses-tua, povos ancestrais que estavam já instalados no Sul de Angola antes da chegada dos bantus, o grupo étnico maioritário no país.

Fonte: Jornal de Angola

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