
Um livro que explica as razões que levaram os portugueses a recolonizar as ilhas São Tomé e Príncipe e as estratégias que adotaram para institucionalizar a nova ordem colonial no arquipélago, é o que nos traz Armindo de Ceita do Espírito Santo na sua mais recente obra «História de São Tomé e Príncipe – De meados do século XIX ao fim do regime colonial (1852-1974) – As plantações, economia, cultura e religião», que será apresentada no dia 14 de abril, às 18 horas, no auditório da UCCLA.
Com a chancela da Nimba Edições, o livro será apresentado por Abílio Bragança Neto. Haverá intervenções do Secretário-geral da UCCLA, Vitor Ramalho, e do Bastonário da Ordem dos Economistas, António Mendonça.
Biografia do autor:
Armindo de Ceita do Espírito Santo nasceu na ilha de São Tomé, em outubro de 1954. É licenciado e mestre em Economia pelo ISEG-UL e doutorado em Economia pelo ISCTE-IUL. É professor do Ipluso-ULHT e investigador do CEsA/ISEG-UL. Foi professor associado convidado da Universidade Moderna entre 1992 e 1996, professor do Instituto Superior de Hotelaria e Turismo (ISMAG/ISHT) -ULHT entre 1996 e 2000 e professor da ULHT entre 1996 e 2002 e 2004 a 2007. Exerceu funções e cargos dirigentes no ensino secundário público até 1989. Foi diretor-geral dos impostos em Timor-Leste e consultor fiscal na missão UNMISET das Nações Unidas entre 2002 e 2004. Foi presidente do conselho de administração do Banco Internacional de São Tomé e Príncipe (BISTP) no triénio de 2016-2019. É funcionário da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) desde 1989 e, presentemente, assessor da Direção de Serviços de Formação da AT. É autor de livros e artigos sobre São Tomé e Príncipe e Cabo Verde.
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