
A crise vai passar, mas a memória não. O mundo não esquecerá por muito tempo este instante particularmente doloroso e nefasto na história da nossa civilização.
A arte tem também a função de construir memórias.
Desde o início do século Leonel Moura tem desenvolvido algoritmos que geram de forma autónoma formas que se assemelham a vírus e pequenos organismos correntes na natureza. Aliás, 17 deles encontram-se espalhados por Lisboa numa versão em Realidade Aumentada (ver aqui).
Agora escolheu um deles para produzir uma escultura de grande dimensão e durabilidade, realizada em Titânio, para assinalar a pandemia.
Um pequeno grupo de trabalho foi criado para procurar a sua implementação que deverá ter como destino uma cidade europeia.