
A Fundação Troufa Real-Ukuma e toda a sua equipa enviam os mais calorosos parabéns ao nosso Curador das Artes, Leonel Moura, neste dia de aniversário, com desejo de boa saúde e vida longa.
Dez 26
Parabéns, Leonel!
Dez 13
Homenagem ao 91º aniversário de Marianne Peretti

Marianne Peretti com o Presidente da FTR-Ukuma, José Deodoro Faria Carmelino Troufa Real, no Brasil 2012.
A Fundação Troufa Real-Ukuma e toda a sua equipa enviam os mais calorosos parabéns à Artista Plástica Marianne Peretti, neste dia de aniversário, com desejo de boa saúde e vida longa.
Dez 12
Dia da Independência do Quénia 12.12.1963

No continente africano, mais especificamente na costa este, logo abaixo da linha do Equador, em uma área de 569.140 km2, encontra-se a República do Quénia, país soberano e independente desde 1963.
O Quénia faz fronteira com a Somália ao leste, Etiópia ao norte, Sudão do Sul ao noroeste, Uganda a oeste e Tanzânia ao Sul. Sua antiga capital, Mombasa, é um destino turístico famoso por conta de suas praias e beleza natural. Nairóbi, a capital desde 1905, com mais de 3 milhões de habitantes, é um dos 47 municípios que formam a República e as línguas oficiais são o onglês, o swahili e dialetos indígenas.
Domínio britânico e independência
Na Conferência de Berlim de 1885, onde se delimitaram as áreas de influência das potências européias, o Quênia foi entregue ao Reino Unido, que o confiou em regime de monopólio à Companhia Imperial da África Oriental Britânica. Em 1887 a companhia comercial assegurou o arrendamento da faixa costeira, cedida pelo sultão de Zanzibar.
Nas duas décadas que precederam a Segunda Guerra Mundial, os europeus monopolizaram as melhores terras cultiváveis, e teve início um confronto político entre britânicos e indianos, que se consideravam insuficientemente representados nos órgãos de governo da colônia. A Associação Central dos Kikuyu, fundada em 1921, também passou a exigir sua participação no poder. Em 1944, foi formada uma organização nacionalista, a União Africana do Quênia (KAU), que pregava a redistribuição da terra e tinha como líder Jomo Kenyatta. Em 1952, uma sociedade secreta kikuiu, ou Mau Mau, levantou-se contra o domínio colonial na denominada revolta dos Mau-Mau, que deu origem a uma longa guerra, que se prolongou até 1960. A KAU foi proscrita e Kenyatta, líder da rebelião, preso. A eleição de 1961 levou os dois partidos africanos, a União Nacional Africana do Quênia (KANU) e a União Democrática Africana do Quênia, a aliarem-se no governo.
Em dezembro de 1963, o Quênia tornou-se estado independente, membro da Commonwealth, e constituiu-se em república no ano seguinte, sob a presidência do carismático Kenyatta (KANU), o qual foi reeleito em 1969 e 1974.
Nov 20
Eduarda Ferraz campeã do mundo em Poomsae tradicional

Eduarda Ferraz foi campeã do mundo em poomsae tradicional +65anos em Taipei , 18 de novembro 2018. Este título aconteceu no decorrer do campeonato do mundo de poomsae taekwondo que decorreu entre 15 e 18 de novembro na China Taipei.
Fonte: RTP Notícias
Nov 06
UCCLA vai acolher 2.ª edição do Curso Livre da História de Angola

Nota biográfica do Professor Doutor Alberto Oliveira Pinto:
Alberto Manuel Duarte de Oliveira Pinto nasceu em Luanda, Angola, a 8 de janeiro de 1962. Licenciou-se em Direito pela Universidade Católica Portuguesa, em 1986. É Doutorado (2010) e Mestre (2004) em História de África pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde colaborou como docente no Departamento de História. Lecionou igualmente noutras universidades portuguesas. Presentemente é Investigador do Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e do CEsA – Centro de Estudos sobre África e do Desenvolvimento do Instituto Superior de Economia e Gestão.
Como ficcionista publicou diversos romances e é autor de múltiplos livros de ensaio sobre a história de Angola, com destaque para História de Angola. Da Pré História ao Início do Século XXI (2016), primeira experiência no género em 40 anos de Independência de Angola, cuja 3.ª edição se prevê para breve.
Em 2016, foi presidente do Júri do Prémio Internacional em Investigação Histórica Agostinho Neto da Fundação António Agostinho Neto (FAAN). No mesmo ano foi, pela segunda vez, vencedor do Prémio Sagrada Esperança 2016 com o livro de ensaios Imaginários da História Cultural de Angola.
Em 2018, coordenou o Curso Livre História de Angola/UCCLA/Mercado de Letras Editores, iniciativa igualmente inédita e com enorme adesão, do qual se prepara uma nova edição mais desenvolvida.
Fonte: UCCLA


