Jan 22

Documentário sobre a vida e obra de Manuel d’Novas

O Centro Cultural Português apresenta na Cidade da Praia, em Cabo Verde, o documentário “Manuel d’Novas – Coração de Poeta”, com realização e produção de Neu Lopes, filho deste trovador.

O filme conta com depoimentos de mais de 40 pessoas, entre músicos, sociólogos, políticos, familiares e conhecidos, que testemunham a vivência, a obra e o importante e significativo contributo que Manuel d’Novas deu para a música e a cultura de Cabo Verde.

“Manuel d’Novas – Coração de Poeta” estará presente em festivais de cinema, tendo começado pelo Plateau – Festival Internacional de Cinema da Praia, onde foi galardoado com dois prémios, tais como Melhor Longa Documentário e Revelação Nacional.

Fonte: Jornal de Angola

Jan 21

Amélia Mingas

Jan 20

Kiluanji kya Henda leva Largo do Kinaxixi ao Festival de Roterdão

O artista Kiluanji kya Henda desenvolveu, numa residência artística, no Porto, a maqueta do projecto que vai levar ao Festival Internacional de Cinema de Roterdão, em Fevereiro, a partir do Largo de Kinaxixi, em Luanda.
Kya Henda explica que a instalação “Red Light Square – history is a bitch project: Kinaxixi” aproveita as transformações que foram acontecendo neste largo da capital angolana, ao longo dos vários períodos da sua história, para reflectir sobre esse passado, do colonialismo à guerra civil, da paz e da expansão urbana, à ganância e à lavagem de dinheiro, acabando por atingir “uma dimensão universal”, identificável na relação de um povo com o seu espaço público e com a sua memória.

Artista multidisciplinar, que trabalha sobretudo com a fotografia, o vídeo e a performance, Kia Henda tem como marcas do trabalho a reflexão sobre a memória coletiva e os espaços públicos, tendo vencido o Prémio Nacional de Arte e Cultura, do Ministério da Cultura de Angola, em 2012, e o Frieze Artist Award, da feira de arte londrina com o mesmo nome, em 2017.

Já marcou presença na Bienal de São Paulo, foi seleccionados para exposições colectivas no Centre George Pompidou, em Paris, em 2020, na Tate Modern, em Londres, em 2018, e no Guggenheim de Bilbau, em 2015, o mesmo ano em que fez parte de uma mostra no Smithsonian, em Washington, entre outras iniciativas internacionais, na área das artes visuais.
Nas Galerias Municipais da Avenida da Índia, em Lisboa, esteve patente a exposição “Something Happened on the Way to Heaven”, que aborda expectativas de imigrantes, de encontrarem um Paraíso na Europa, (e esse paraíso desvanecer-se) depois de atravessado o Mediterrâneo.

Fonte: Jornal de Angola

Jan 19

A Neuro Diverse Approach to Design and Architecture

Ab Rogers

18 projects in 30 years. As a dyslexic designer, Ab Rogers has spent 30 years perfecting his dyslexia and this talk offers an insight into a design career with a neuro-diverse slant. It will cover the importance of experimentation, education, being hands on and believing in your medium, of failure and its role in learning and improving and of keeping your work both relevant to and ahead of the times.

AA Writing Centre
Date: Wednesday 20 January 2021
Time: 12:00 – 13:00

Book Now

Source: AA School of Architecture

Jan 18

A “invenção” e a ausente empatia cognitiva

O falecido filósofo ganense Kwame Gyekye (1939-2019) apresentou uma interessante refutação das premisssas subjacentes ao conceito de “invenção” com que operam Kwame Anthony Appiah, seu compatriota, e o democrata-congolês V.Y.Mudimbe, respectivamente, nos seus livros “In My Father’s House” e “The Invention of Africa”. O que está em causa parece ser a ausência de uma empatia cognitiva.
O professor Gyekye distingue os sentidos que Kwame Anthony Appiah e V.Y.Mudimbe associam à “invenção de África”, mas sustentando uma perspectiva que aponta para uma empatia histórica e cognitiva, numa apologia da unidade e da diversidade, à luz dos fundamentos históricos antigos, constitutivos do pensamento africano. Por isso, é de leitura obrigatória o seu livro de que não temos notícia de tradução em português: “An Essay on African Philosophical Thought. The Akan Conceptual Scheme” (Ensaio sobre o Pensamento Filosófico Africano. O Esquema Conceptual Akan).

O falecido filósofo ganense Kwame Gyekye (1939-2019) apresentou uma interessante refutação das premisssas subjacentes ao conceito de “invenção” com que operam Kwame Anthony Appiah, seu compatriota, e o democrata-congolês V.Y.Mudimbe, respectivamente, nos seus livros “In My Father’s House” e “The Invention of Africa”. O que está em causa parece ser a ausência de uma empatia cognitiva.
O professor Gyekye distingue os sentidos que Kwame Anthony Appiah e V.Y.Mudimbe associam à “invenção de África”, mas sustentando uma perspectiva que aponta para uma empatia histórica e cognitiva, numa apologia da unidade e da diversidade, à luz dos fundamentos históricos antigos, constitutivos do pensamento africano. Por isso, é de leitura obrigatória o seu livro de que não temos notícia de tradução em português: “An Essay on African Philosophical Thought. The Akan Conceptual Scheme” (Ensaio sobre o Pensamento Filosófico Africano. O Esquema Conceptual Akan).

O falecido filósofo ganense Kwame Gyekye (1939-2019) apresentou uma interessante refutação das premisssas subjacentes ao conceito de “invenção” com que operam Kwame Anthony Appiah, seu compatriota, e o democrata-congolês V.Y.Mudimbe, respectivamente, nos seus livros “In My Father’s House” e “The Invention of Africa”. O que está em causa parece ser a ausência de uma empatia cognitiva.
O professor Gyekye distingue os sentidos que Kwame Anthony Appiah e V.Y.Mudimbe associam à “invenção de África”, mas sustentando uma perspectiva que aponta para uma empatia histórica e cognitiva, numa apologia da unidade e da diversidade, à luz dos fundamentos históricos antigos, constitutivos do pensamento africano. Por isso, é de leitura obrigatória o seu livro de que não temos notícia de tradução em português: “An Essay on African Philosophical Thought. The Akan Conceptual Scheme” (Ensaio sobre o Pensamento Filosófico Africano. O Esquema Conceptual Akan).

Fonte: Jornal de Angola

Jan 15

Rosa de Porcelana Editora lança obra “Cesária Évora”

A Rosa de Porcelana Editora dedica o ano de 2021 à ‘Diva dos pés descalços’ iniciando o tributo no domingo com a apresentação, na Ribeira Grande, Santo Antão, do livro “Cesária Évora” da autoria da polaca Elzbieta Sieradziñska.
“O lançamento é acompanhado por momentos de lembrança e começa no domingo, em Santo Antão, para recordar que a mãe da cantora era de Ribeira da Torre, enquanto no dia 22 será a vez do Mindelo (sua terra natal) por ser o Dia de São Vicente”

Fonte: Jornal de Angola

Jan 14

Concurso de dramaturgia premeia textos inéditos

As inscrições para o concurso de dramaturgia do projecto “Leituras Assistidas” estão abertas até 28 de Fevereiro, numa iniciativa da Embaixada do Brasil e do Centro Cultural Brasil-Angola (CCBA), em parceria com o Clube de Leitura da Mediateca do Cazenga.
O projecto, de acordo com uma nota do CCBA, visa in-centivar a escrita original literária do género dramático no país. O “Concurso de Dramaturgia – Leituras Assistidas” realiza-se no âmbito do projecto “Leituras Assistidas – Dramaturgia Contemporânea” e vai premiar, com o valor de 500 mil kwanzas, o melhor texto literário inédito, do género dramático, em língua portuguesa, escrito por autores nacionais e residentes no país, maiores de 18 anos.
As inscrições, abertas no dia 4 deste mês, são gratuitas e o envio das obras é em formato digital, para o endereço de e-mail: leiturasassistidas@gmail.com.

A entrega dos prémios está prevista para 27 de Março, Dia Mundial do Teatro e início da programação de “Leituras Assistidas”.

Fonte: Jornal de Angola

Jan 13

Etona

Jan 12

Cidade de Ondjiva tem primeira galeria de artes

A cidade de Ondjiva, capital do Cunene, a primeira galeria de artes, com a inauguração de exposições temáticas e plásticas, inseridas nos festejos das comemorações do 8 de Janeiro, Dia Nacional da Cultura.
Para além da inauguração da galeria de artes, localizada nas instalações do Gabinete Provincial da Cultura no Cu-nene, o programa do 8 de Janeiro, que decorreu sob o lema “Somos Angola, somos cultura”, incluiu a realização de uma homenagem aos fazedores de cultura na província.

Fonte: Jornal de Angola

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