Texto introdutório do Prof. Arquitecto J. Troufa Real A Carlos Lança A sua paixão pelas artes é conhecida. As suas aventuras através do Desenho, da Pintura, da Escultura ou da Arquitectura Monumental e outras intervenções na área Arquitectónica e Urbanística, os seus objectos inventados para praças e ruas a favor de ambientes mais qualificados, …
Arquivo Mensal: Janeiro 2017
Jan 10
Um relógio para a Casa de Fernando Pessoa
O convite poro a invenção de um relógio para a Casa de Fernando Pessoa, nasceu de uma conversa dos meus queridos amigos Dr. João Soares e Lamartine Lodeiro tendo em atenção a série de novos equipamentos e objectos que já estavam a ser estudados por outros criadores. Aos dois não posso deixar de agradecer a …
Jan 10
O Arquitecto Vasco Vieira da Costa
Há bem pouco tempo no Porto faleceu Vasco Vieira da Costa. Morreu um amigo, um pedagogo, um «mestre» da arquitectura em terras, de África; com 71 anos de idade, desgostoso, muito cansado e doente apenas deixara Angola (Luanda).-terra onde vivia e queria morrer para se vir tratar em Portugal. Personalidade bem conhecida de todas as …
Jan 10
Prefácio de Troufa Real para o Livro “Cemitérios de Lisboa: entre o Real e o Imaginário” de Francisco Moita Flores
«O PROBLEMA DA MORTE E NO FUNDO O PROBLEMA DA VIDA» Guerra Junqueiro A propósito da Morte, todas as investigações, estudos, conferências, conversas, visitas ou simples passeios a cemitérios, que o Dr. Moita Flores tem vindo a realizar, de uma forma sempre apaixonada, científica e profundamente culta, têm constituído uma notável contribuição, não só …
Jan 10
O Navegador solitário de Benfica ao Camões, 1988
Convite para uma viagem alternativa ao centro da cidade de Lisboa em dias de trabalho (em crise de transportes) sem confusões, enervações e cheia de assombrações. É assim: Sair de casa cedo de preferência, sozinho e ainda às escuras, para não baralhar muito as ideias com os prédios que nos rodeiam lá do bairro que …
Jan 10
Construir Lisboa, 1996
“Em tempo de menor burocracia fez-se melhor cidade” “Lisboa é a cidade da aventura portuguesa. Da ordem e da desordem, do profano e do sagrado, do mar de paixões e tragédia. É a casa comum das nossas Histórias, onde se fala a língua única do convívio entre os povos”. Troufa Real Prof Arquitecto